Vitamina A, estresse oxidativo, inflamacao e componentes da sindrome metabolica em criancas obesas com asma

Vitamina A, estresse oxidativo, inflamacao e componentes da sindrome metabolica em criancas obesas com asma

Título alternativo Vitamin A, oxidative stress, inflammation and metabolic syndrome components in obese children with astma
Autor Ferreira, Carla Acatauassu Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Introdução: O excesso de peso em criancas e adolescentes associa-se na asma com piora dos sintomas, exacerbacoes e maior procura por servicos de emergencia, alem disso, favorece o desenvolvimento futuro de outras doencas cronicas. Varios tem sido os mecanismos descritos entre os quais se destacam a inflamacao e a reducao das defesas antioxidantes com consequente estresse oxidativo. Objetivo: Determinar as concentracoes plasmaticas de vitamina A, malondialdeido, proteina C reativa ultrassensivel e os componentes da sindrome metabolica de criancas e adolescentes obesos com e sem asma, relacionando-as a gravidade da asma. Metodos: Este estudo transversal controlado avaliou 34 criancas e adolescentes obesos com asma (GOA) e 27 obesos sem asma (GO), pareados por genero, idade e escore z do indice de massa corporal. Foram avaliadas: funcao pulmonar, gravidade e controle da doenca, estado nutricional, consumo alimentar, concentracoes plasmaticas de vitamina A, perfil lipidico, tolerancia oral a glicose, malondialdeido (MDA) e proteina C reativa ultrassensivel (PCRus). Para analise estatistica foram empregados os seguintes testes: Qui quadrado, ANOVA, Teste t-Student e Mann-Whitney (p<0,05). Resultados: A media de idade dos grupos foi 134,2±32,6 meses. No GOA predominou o genero masculino 25/34 (73,5%) e a forma persistente moderada/grave 23/34 (67,6%). Todos os asmaticos eram atopicos. Nao houve diferenca entre GOA e GO para componentes da sindrome metabolica, inflamacao, concentracoes medianas de retinol, malondialdeido e defiCiência de retinol. As concentracoes de betacaroteno foram superiores no GOA comparativamente ao GO (0,30 vs 0,15 &#956;mol/L; p=0,006). Nao houve diferenca entre os grupos em relacao ao consumo de energia, macronutrientes, retinol e beta-caroteno. Ao analisarmos o GOA estratificado segundo a gravidade da asma, observamos que todas as criancas e adolescentes com concentracoes de retinol inferiores a 1,05 &#956;mol/L (n=4) estavam no grupo com asma mais grave e que havia diferenca para os valores medianos de retinol entre o grupo com asma de maior e menor gravidade (1,5 vs 2,0 &#956;mol/L; p=0,026). Conclusao: Nao houve diferenca entre os grupos para concentracoes plasmaticas de retinol, inflamacao, estresse oxidativo e componentes da sindrome metabolica. As concentracoes plasmaticas de betacaroteno foram mais elevadas no GOA. A associacao de menores concentracoes plasmaticas de retinol com maior gravidade da asma sugere consumo dessa vitamina no processo de remodelamento da via aerea
Palavra-chave Humanos
Criança
Adolescente
Asma
Obesidade
Vitamina A
Inflamação
Humanos
Criança
Adolescente
Idioma Português
Data de publicação 2011
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2011. 67 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 67 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/22194

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