Participacao da quinase GCN2 no processo de remissao da encefalomielite autoimune experimental(EAE) em camundongos

Participacao da quinase GCN2 no processo de remissao da encefalomielite autoimune experimental(EAE) em camundongos

Título alternativo GCN2 kinase participation in the process of remission of experimental autoimmune encephalomyelitis (EAE) in mice
Autor Orsini, Heloisa de Souza Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo A desmielinizacao do sistema nervoso central (SNC) e uma condicao observada em algumas importantes doencas humanas, tais como a esclerose multipla (EM). A maioria dos estudos acerca desta doenca provem de modelos animais como o da encefalomielite autoimune experimental (EAE). Diversas evidencias sugerem que infiltracoes de linfocitos Th1 e Th17 sao importantes para o desencadeamento das lesoes no tecido nervoso. No entanto, muitos dos aspectos envolvidos na patogenia do processo sao ainda pouco compreendidos. Estudos recentes demonstraram que a inducao quimica da resposta de carencia de aminoacidos suprimia a atividade inflamatoria no SNC; entretanto, os mecanismos exatos envolvidos neste processo ainda nao sao conhecidos. Alem disso, ainda nao e possivel determinar se a resposta de carencia de aminoacidos poderia estar fisiologicamente envolvida na modulacao da inflamacao do SNC durante a EAE. Este estudo verificou a participacao da quinase GCN2 (general control nonrepressed 2), reguladora-chave da resposta de carencia de aminoacidos, no curso da EAE. Por meio da imunizacao de camundongos C57BL/6 wild-type (WT) e GCN2-KO (deficientes para a proteina GCN2) com peptideos derivados da proteina mielinica associada ao oligodendrocito (MOG 35-55), foi observado que animais GCN2-KO demonstraram maiores niveis de scores clinicos e de infiltracoes inflamatorias, compostas por celulas efetoras Th1 e Th17, no SNC, especialmente na fase de remissao da doenca. Tais animais tambem apresentaram menores niveis de expressao de celulas Treg em comparacao aos animais WT. Altos niveis de IDO (indoleamina 2,3-dioxigenase) e de celulas dendriticas plasmocitoides (pDCs) foram encontrados no pico da doenca no SNC de animais WT. Alem disso, as pDCs provenientes de animais WT foram aptas a induzir maiores niveis de diferenciacao de celulas Treg a partir de linfocitos T CD4+ naive provenientes de animais WT. Em conjunto, os resultados obtidos indicam que na fase de remissao da EAE, enquanto animais WT apresentam um perfil mais anti-inflamatorio de resposta, os GCN2-KO apresentam uma prevalencia de respostas mediadas por celulas Th1 e Th17, de forma associada a sintomas mais graves. E possivel sugerir que a presenca de GCN2, frente a ativacao da resposta de carencia de aminoacidos, contribui para a fase de remissao da EAE, suprimindo a inflamacao do SNC e promovendo a diferenciacao de celulas Treg
Palavra-chave Encefalite
Doença de Hashimoto
Proteínas Quinases
Indolamina-Pirrol 2,3,-Dioxigenase
Células Dendríticas
Linfócitos T Reguladores
Idioma Português
Data de publicação 2012
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2012. 97 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 97 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/22187

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