Mecanismos de ação da proteína anti-inflamatória anexina A1 e do receptor para peptídeos formilados FPR2/ALX no carcinoma epidermóide de laringe humano: estudos in vivo e in vitro

Mecanismos de ação da proteína anti-inflamatória anexina A1 e do receptor para peptídeos formilados FPR2/ALX no carcinoma epidermóide de laringe humano: estudos in vivo e in vitro

Título alternativo Mechanisms of action of anti-inflammatory annexin A1 and receptor for formylated peptides FPR2/ALX in human larynx squamous cell carcinoma: in vivo and in vitro studies
Autor Gastardelo, Thais Santana Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Oliani, Sonia Maria Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Introdução: Varias evidencias demonstram que o desenvolvimento e a progressao do cancer dependem das interacoes entre as celulas tumorais e inflamatorias. A proteina anti-inflamatoria anexina 1 (ANXA1) tem sido associada com a regulacao da migracao/invasao das celulas tumorais e, recentes estudos tem sugerido que a sua acao regulatoria pode ser mediada por meio dos receptores para peptideos formilados (nFPRs). OBJETIVOS: Em funcao da importancia no entendimento da acao anti-inflamatoria/antiproliferativa da ANXA1 na interacao cancer/inflamacao, o objetivo das nossas investigacoes foi avaliar, in vivo e in vitro, as celulas tumorais e inflamatorias e, o mecanismo de acao da ANXA1 e do receptor FPR2/ALX no carcinoma epidermoide de laringe humano. MATERIAIS E METODOS: Nas amostras de tecidos laringeo controle, peritumoral e tumoral, obtidas de 20 pacientes portadores de carcinoma epidermoide de laringe, analisamos histopatologica e quantitativamente os mastocitos (MCs) e neutrofilos (Nøs). A heterogeneidade dos MCs foi analisada pela expressao das peptidases triptase e quimase por analises imuno-histoquimicas, enquanto a co-localizacao da ANXA1/FPR2 foi investigada nas celulas inflamatorias e tumorais, por meio de reacoes imunocitoquimicas ultraestruturais. As celulas Hep-2 (linhagem humana originalmente descrita como procedente de carcinoma epidermoide de laringe) foram preservadas no meio de cultura MEM (controle) ou tratadas com peptideo ANXA12-26, ANXA12-26 + antagonista Boc2, Dexametasona (Dexa), Dexa + Boc2, e somente Boc2, nos tempos de 6, 24, 48, 72, 96 e 120 horas. Nessas condicoes, analisamos a morfologia e o indice de proliferacao pela microscopia de luz, as citocinas IL-6, IL-8 e MCP-1 pelo analisador Multiplex Magpix, a expressao da ANXA1 e FPR2/ALX pelas reacoes de Western blotting e imunocitoquimica ultraestrutural. Ainda, a expressao dos genes EP3, EP4, MMP2 e MMP9 foi analisada por RT-PCR. RESULTADOS: No estroma laringeo tumoral observamos influxo de Nøs e, ainda, MCs em processo de desgranulacao, triptase positivos (MCT) nas amostras controles e tumorais e, triptase/quimase positivos (MCTC) nas peritumorais, condicoes que caracterizam um microambiente inflamatorio
Assunto Anexina A1
Receptores de peptídeos
Neoplasias laríngeas
Peptídeo hidrolases
Linhagem celular
Carcinoma de células escamosas
Idioma Português
Data 2012
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2012. 204 p.
Editor Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 204 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/21984

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