Prevalencia e fatores de risco associados a fraturas por baixo impacto em homens com artrite reumatoide

Prevalencia e fatores de risco associados a fraturas por baixo impacto em homens com artrite reumatoide

Título alternativo Prevalence and risk factors related to low impact fractures in male with rheumatoid arthritis
Autor Amaral Filho, Jose Carlos Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Pacientes com artrite reumatoide (AR) frequentemente estao expostos a varios fatores que podem afetar o metabolismo osseo, alterando a quantidade e a qualidade ossea e aumentando o risco de fraturas por baixo impacto (FBI). Objetivo: Verificar a prevalencia de FBI em homens com AR e descrever os fatores clinicos de risco (FCR) associados. Metodos: Foram estudados 50 homens com AR (ACR, 1987), com media de idade de 51,7 anos e tempo medio de doenca de 115 meses. O uso de medicamentos que alteram a massa ossea nao foi criterio de exclusao. A atividade da doenca e a capacidade funcional dos pacientes foram avaliadas pelo DAS-28 e M-HAQ1. Os FCR foram avaliados por questionario clinico baseado no EVOS. Todos realizaram radiografias da coluna dorsal e lombar. A presenca de fratura vertebral (FV) foi avaliada pelo metodo semiquantitativo de Genant. A densidade mineral ossea (DMO) na coluna e femur proximal foi avaliada com densitometro (GE-Lunar, DPX MD+, versao 8,5). A ultrassonometria de calcaneo foi realizada no aparelho Achilles+ (GE-Lunar). Resultados: Vinte pacientes (40%) apresentaram FBI, dos quais dezoito (36%) apresentaram FV e, apenas, dois (4%) referiram fratura nao vertebral (FNV). Vinte e oito FV foram encontradas em dezoito dos 50 homens com AR. A idade, peso, altura, IMC, habitos de vida e uso cronico de corticosteroides foi semelhantes nos pacientes com e sem fratura. Pacientes com FBI apresentaram maior frequencia de positividade para o fator reumatoide, maior frequencia de rigidez matinal acima de 30 min, bem como maiores escores de DAS 28. O uso atual e cumulativo de corticosteroides, bem como, a capacidade funcional foram semelhantes nos dois grupos. Pacientes com FBI possuiam valores significativamente mais baixos de DMO vertebral e do femur proximal, bem como do indice Stiffness (IS). O modelo final de regressao logistica mostrou associacao do peso com atividade fisica naqueles com fraturas. Conclusao: Homens com AR de longa evolucao, apresentam elevada taxa de FBI (40%). As FV morfometricas foram mais frequentes (36%) do que as FNV ou vertebrais clinicas. O fator reumatoide positivo, rigidez matinal prolongada e DAS 28 elevado foram mais frequentes em pacientes com fratura. Os valores da DMO e do IS foram significativamente mais baixos nos pacientes com fratura. A interacao entre o peso atual e a atividade fisica atual foi o achado mais significativo entre os homens com AR com FBI. Em pacientes sedentarios, quanto maior o peso, maior foi o risco para a ocorrencia de FBI. Naqueles fisicamente ativos, o peso desempenhou papel protetor
Palavra-chave Masculino
Humanos
Fraturas da Coluna Vertebral
Artrite Reumatoide
Osteoporose
Prevalência
Masculino
Humanos
Idioma Português
Data de publicação 2010
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2010. 84 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 84 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/21935

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