Prevalencia de estreptococo beta hemolitico do grupo B em gestantes com parto prematuro espontaneo anterior

Prevalencia de estreptococo beta hemolitico do grupo B em gestantes com parto prematuro espontaneo anterior

Título alternativo Prevalence of group B streptococus in pregnant womem with premature delivery spontaneous previous
Autor Lima, Claudio Mutti de Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo O estreptococo do grupo B (EGB) e reconhecido como o principal agente de infeccao neonatal precoce, responsavel por quadros clinicos variados, como meningites, pneumonias, septicemias. As duas efetivas estrategias preventivas dessa infeccao recomendam pesquisa universal com 35-37 semanas de idade gestacional e/ou valorizacao de fatores de risco (febre materna intraparto, parto prematuro, ruptura de membranas ovulares por mais de 18 horas, bacteriuria por EGB na gestacao). Varias diretrizes recomendam que se faca profilaxia antibiotica em gestantes colonizadas por este microrganismo no momento da parturicao. Este estudo teve por objetivo pesquisar a prevalencia de EGB em gestantes com parto prematuro espontaneo anterior, atendidas no ambulatorio de pre-natal da Universidade Federal de São Paulo u Escola Paulista de Medicina, entre agosto de 2003 e novembro de 2005, por meio de culturas realizadas entre 28 e 30 semanas de idade gestacional. Objetivamos, ainda, de forma descritiva, comparar esta prevalencia com a da populacao geral de gravidas, colhida entre 35-37 semanas; relaciona-la com o parto prematuro espontaneo; confronta-la com novas coletas feitas entre 35-37 semanas, nas gestantes que atingiram essa idade gestacional; identificar os recem-nascidos (RN) acometidos pela doenca neonatal precoce. A casuistica foi composta por 84 gestantes. As amostras para cultura de EGB foram obtidas no introito vaginal e na regiao anorretal e semeadas em placas de agarsangue de carneiro a 5% e caldo seletivo de enriquecimento Todd-Hewitt acrescidos de gentamicina (8g/ml) e acido nalidixico (15g/ml). Detectamos a presenca de EGB colonizando 10 gestantes, obtendo prevalencia de 11,9%. Esse resultado foi semelhante aquele da populacao geral de gravidas do mesmo servico, colhidas entre 35-37 semanas. O resultado positivo entre 28-30 semanas associouse, de forma significativa, com o aparecimento de parto prematuro espontaneo. Nas gravidas que atingiram 35-37 semanas de idade gestacional, nova cultura para EGB apresentou resultado muito concordante com o exame feito entre 28-30 semanas. Entre os RN, um apresentou quadro de septicemia oriundo do EGB (proveniente de mae colonizada, que nao recebeu profilaxia). Como conclusao final, nosso estudo recomenda que, em gestantes com parto prematuro espontaneo anterior, a coleta para EGB seja feita entre 28-30 semanas de idade gestacional
Palavra-chave Humanos
Feminino
Streptococcus agalactiae
Infecções Bacterianas
Complicações Infecciosas na Gravidez
Infecções Estreptocócicas
Prevalência
Humanos
Feminino
Idioma Português
Data de publicação 2007
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2007. 75 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 75 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/21918

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