Avaliacao do encefalo e medula espinhal de pacientes com neuromielite optica atraves de espectroscopia de protons e tensor de difusao por ressonancia magnetica

Avaliacao do encefalo e medula espinhal de pacientes com neuromielite optica atraves de espectroscopia de protons e tensor de difusao por ressonancia magnetica

Título alternativo Brain and spinal cord evaluation of patients with neuromyelitis optica using (H1) magnetic resonance spectroscopy and diffusion tensor imaging
Autor Rivero, Rene Leandro Magalhaes Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Numa primeira etapa, avaliar pela espectroscopia por RM (MRS) se a substancia branca aparentemente normal dos pacientes com neuromielite optica (NMO) se encontra alterada e analisar se existem diferencas entre os pacientes sem e com lesao na RM encefalica. Numa segunda etapa, avaliar a medula espinhal cervical de pacientes com NMO pelo tensor de difusao (DTI), tanto em areas sem, quanto naquelas com lesao visivel nas imagens ponderadas em T2 e verificar se ha correlacao entre as medidas do DTI e o grau de incapacidade fisica no doente, pesquisando se esta correlacao se preserva ou altera com o tempo de doenca. Metodos: Na primeira etapa, foi realizada a espectroscopia de volume-unico da substancia branca aparentemente normal (SBAN) de 16 pacientes com NMO, comparando os valores das relacoes NAA/Cr, Co/Cr e Ins/Cr, com um grupo controle de individuos saudaveis. Alem disso, verificou-se se havia diferenca na relacao NAA/Cr entre os pacientes com NMO do nosso grupo, em relacao a presenca ou nao de lesoes encefalicas. Na segunda etapa, foi realizado o tensor de difusao (DTI) da medula espinhal cervical de 11 pacientes com NMO, separando por niveis cervicais os locais de alteracao ou nao da medula nas imagens ponderadas em T2. As medidas de DTI destas regioes foram comparadas com a de um grupo controle de individuos saudaveis, em cada nivel. Adicionalmente, avaliou-se se havia correlacao destas medidas com o grau de incapacidade fisica do paciente (EDSS). Resultados: Nao se observou diferenca nas relacoes dos metabolitos entre os pacientes e o grupo controle e tambem a presenca ou nao de lesao encefalica nao alterou a relacao NAA/Cr entre os pacientes com NMO. Na medula espinhal, observou-se alteracao das medidas de DTI nos pacientes com NMO em relacao ao grupo controle, exceto na medida da difusibilidade media (MD) em areas preservadas da medula nas imagens T2. A melhor correlacao entre as medidas de DTI e o EDSS, foi da anisotropia fracionada (FA) em areas de lesao nas imagens em T2. Conclusao: A SBAN dos pacientes com NMO apresentou taxa de metabolitos preservada em relacao ao grupo controle e independente da presenca ou nao de lesoes encefalicas nos pacientes com NMO, reforcando o conceito de que a substancia branca nao e primariamente afetada nesta doenca. Os locais de lesao na medula espinhal nas imagens em T2 sao as areas com maior correlacao com EDSS do paciente, sendo a FA a medida de DTI que apresentou melhor correlacao, que inclusive se manteve com o tempo. Isto tambem reforca a natureza de lesoes mais focais da NMO
Palavra-chave Humanos
Neuromielite Óptica
Espectroscopia de Ressonância Magnética
Sistema Nervoso Central
Imagem de Tensor de Difusão
Humanos
Idioma Português
Data de publicação 2011
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2011. 122 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 122 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/21877

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