Estresse oxidativo, medida do complexo médio intimal e reatividade endotelial em crianças com níveis aumentados de homocisteína

Estresse oxidativo, medida do complexo médio intimal e reatividade endotelial em crianças com níveis aumentados de homocisteína

Título alternativo Oxidative stress, carotid intima-media thickness and endothelium dependent vasodilation in children with high homocysteine serum levels
Autor Souza, Fabíola Isabel Suano de Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador D'Almeida, Vânia Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Objetivo: Avaliar em crianças pré-púberes, com concentrações aumentadas de homocisteína (Hcy), a presença de fatores de risco para doença cardiovascular (DCV) e relacioná-los com a reatividade endotelial e espessura médio intimal. Métodos: Em estudo transversal, 35 crianças com Hcy≥7,3 μmol/L foram pareadas, por sexo e idade, com 29 crianças com Hcy≤4,1 μmol/L. Dados obtidos: peso e estatura; circunferência abdominal e pressão arterial sistêmica (PA). Dosagem do perfil lipídico, glicemia, vitaminas (B12, B6 e ácido fólico) e marcadores de estresse oxidativo (relação glutationa oxidada/reduzida, substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico e peróxidos lipídicos). Foi realizada ultrassonografia Doppler para avaliação da medida do complexo médio-intimal das carótidas comuns (CMI) e vasodilatação endotélio-induzida da artéria braquial (VEI). Análise estatística: utilizou-se o teste t-Student, Mann-Whitney e Qui-quadrado. Resultados: Não se observou diferença entre os grupos em relação à idade (média 8,6±1,4 anos), gênero e renda per capita. Não se observou diferença estatisticamente significante entre os grupos em relação ao perfil lipídico, glicemia, PA e marcadores de estresse oxidativo. Crianças com Hcy ≥7,3 μmol/L tiveram maior prevalência de excesso de peso (37,1% vs 13,8%; p=0,035) e menores concentrações plasmáticas de vitamina B12 (597,7±302,4 pg/mL vs 822,4±332,5 pg/mL; p=0,007). Após ajuste para condição nutricional, não se observou diferença em relação à medida do CMI e VEI da artéria braquial em crianças com valores maiores e menores de Hcy. Conclusões: No presente estudo apenas o excesso de peso associou-se com concentrações aumentadas de Hcy (≥ 7,3 μmol/L). Esses dados sugerem que o envolvimento da Hcy no risco cardiovascular pode não ser direto e sim, combinado a outros fatores.
Palavra-chave Criança
Humanos
Homocisteína
Doenças Cardiovasculares
Estresse Oxidativo
Endotélio
Fatores de Risco
Estudos Transversais
Child
Humans
Homocysteine
Cardiovascular Diseases
Oxidative Stress
Endothelium
Risk Factors
Cross-Sectional Studies
Idioma Português
Data de publicação 2011
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2011. 96 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 96 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/21845

Exibir registro completo




Arquivo

Arquivo Tamanho Formato Visualização

Não existem arquivos associados a este item.

Este item está nas seguintes coleções

Buscar


Navegar

Minha conta