Efeito da vitamina E em ratos submetidos ao modelo de epilepsia induzido pela pilocarpina

Efeito da vitamina E em ratos submetidos ao modelo de epilepsia induzido pela pilocarpina

Título alternativo Effect of vitamin E in ratos submitted to pilocarpine induced model of epilepsy
Autor Pansani, Aline Priscila Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Scorza, Fulvio Alexandre Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Introdução: Há dois prováveis mecanismos que justificam a lesão tecidual da formação hipocampal no modelo de epilepsia induzi da pela pilocarpina: excitotoxicidade e estresse oxidativo, no entanto, não se sabe ao certo qual é o real papel de cada um desses mecanismos. Nesse sentido, avaliar o efeito de agentes antioxidantes exógenos pode ser de grande valia para entendermos quanto o estresse oxidativo é responsável pelo processo de lesão, com o intuito de buscarmos alternativas preventivas. Objetivo: Avaliar o efeito de duas doses de vitamina E em ratos com epilepsia. Para isso, utilizamos o modelo de epilepsia induzida pela pilocarpina, o qual retrata com fidedignidade o fenômeno humano. Metodologia: Ratos machos da raça Wistar foram divididos em dois grupos, um submetido ao modelo de pilocarpina e um grupo controle. Ambos os grupos, foram subdivididos em três subgrupos que receberam, respectivamente: administração de veículo; administração de vitamina E na dose de 6 U.I./Kg/dia e administração de vitamina E na dose de 60 U.I./Kg/dia. Os animais injetados com pilocarpina receberam as substâncias acima especificadas após 4 horas de slalus epilepticus. O tratamento foi mantido por 120 dias e após este período, os animais foram mortos e o tecido cerebral preparado para as análises morfológicas e bioquímicas. Foram realizadas as seguintes quantificações: freqüência de crises, carbonilação protéica total e volumetria. Resultados: As freqüências de crises e a carbonilação protéica total não apresentaram diferença significativa entre os grupos. Encontramos um menor volume (mm3) da formação hipocampal e da região CA 1 nos animais com epilepsia (6,51 ± 0,6941 e 1,62 ± 0,1166) em relação aos controles (7,854± 0,6979 e 2,178± 0,2395), entretanto, esta diferença não foi observada nos animais tratados com vitamina E. Conclusão: O tratamento com vitamina E, nas doses utilizadas, não mostrou diferença significativa na freqüência de crises, carbonilação protéica e volumetria entre animais sem e com epilepsia.
Assunto Vitamina E
Hipocampo
Epilepsia
Estresse oxidativo
Idioma Português
Data 2007
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2007. 63 p.
Editor Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 63 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/21553

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