Efeitos da hiperprolactinemia sobre a morfologia e os glicosaminoglicanos no útero de camundongas durante as fases do ciclo estral

Efeitos da hiperprolactinemia sobre a morfologia e os glicosaminoglicanos no útero de camundongas durante as fases do ciclo estral

Título alternativo The effects of hyperprolactinemia on the morphology and on the glycosaninoglycan content in the uterus of the female mouse along the different phases of the estrous cycle
Autor Gomes, Regina Célia Teixeira Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Simões, Manuel de Jesus Autor UNIFESP Google Scholar
Soares Júnior, José Maria Autor UNIFESP Google Scholar
Nader, Helena Bonciani Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Objetivo: Nosso propósito neste estudo foi avaliar os efeitos da hiperprolactinemia na histomorfologia e nos glicosaminoglicanos no útero de camundongas durante cada fase do ciclo estral. Metodologia: Para tanto utilizaram-se 80 camundongas, adultas e virgens com 100 dias de idade, divididas aleatoriamente em dois grupos, a saber: GI - controle constituído por 40 animais que foram submetidos à injeção diária, via intraperitoneal, de 0,2 ml de solução salina por 50 dias consecutivos; Gil - experimental constituído por 40 animais que foram tratados diariamente, por via intraperitoneal, com 200 μg metoclopramida dissolvida em 0,2 ml de solução salina, durante 50 dias consecutivos. No 50° dia, após uma hora da última injeção, fez-se a análise do esfregaço vaginal para comprovação das fases do ciclo estral e em seguida sacrificaram-se os animais que foram separados em oito subgrupos: proestro (CTR) e (EXP), estro (CTR) e (EXP), metaestro (CTR) e (EXP) e diestro (CTR) e (EXP) e retirararn-se os cornos uterinos de cada animal, os quais foram divididos em 2 fragmentos. O primeiro fragmento uterino foi fixado em formaldeído (tamponado a 10 por cento), e em seguida submetidos ao processamento histolágico para inclusão em parafina. As lâminas foram coradas pelo H.E. para análise morfológica. O segundo fragmento uterino foi delipidado em acetona para processamento bioquímico. Os glicosaminoglicanos (GAGs) foram extraídos dos tecidos uterinos por proteólise e precipitados por ácido tricloacético (TCA) e caracterizados por eletroforese em gel de agarose em tampão PDA e corados com azul de toluidina. A quantificação dos GAGs foi feita por meio de densitometria a 525 nm. As amostras restantes foram submetidas à degradação enzimática com condroitinase AC e ABC para...(au).
Palavra-chave Prolactina
Hiperprolactinemia
Glicosaminoglicanas
Útero
Endométrio
Miométrio
Idioma Português
Data de publicação 2006
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2006. 104 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 104 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/21497

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