Apraxia da marcha em indivíduos com doença de Alzheimer leve e moderada

Apraxia da marcha em indivíduos com doença de Alzheimer leve e moderada

Título alternativo Gait apraxia in early and moderate Alzheimer´s disease
Autor Pereira, Fernando Vieira Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Bertolucci, Paulo Henrique Ferreir Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo OBJETIVOS: Correlacionar a presença de distúrbios apráxicos da marcha com o comprometimento cognitivo e a severidade da doença de Alzheimer, além de também verificar os aspectos de balance e independência funcional dos indivíduos. MATERIAIS E MÉTODOS: Para a realização desses estudo foram recrutados 90 indivíduos, sendo que 60 indivíduos com DA e 30 controles. Os indivíduos com DA foram separados pelo seu comprometimento cognitivo, mensurado através da escala mini-mental statement examination (MMSE)., e a severidade da demência, mensurada através da escala clínical dementia rating (CDR) No grupo DA 1 os critérios de inclusão eram COR 1 e MMSE entre 19 ¬ 26 .pontos; no grupo DA2 os critérios de inclusão eram COR 2 e MMSE entre 18-12. Para se avaliar a praxia da marcha foi utilizada a escala assessment walking skills (AWS). O balance e a independência funcional foram mensurados utlizando-se as escalas Berg balance scale (BBS) e indice de Katz (IK), respectivamente. RESUL TACOS: Os idosos do grupo controle demonstraram efeito de pico no escore de todos os testes. Os indivíduos do grupo DA 1 obtiveram maior grau de dependência funcional do que os indivíduos do grupo DA2, mas não houve diferença na BBS. Na AWS, embora nenhum dos dois grupos DA tenham obtido média inferior à nota de corte, 13 por cento e 33 por cento dos indivíduos do grupo DA 1 e DA2, respectivamente, o estiveram. Em relação os indivíduos dos grupos DA 1 e DA2, ao se fazer uma comparação intragrupo daqueles que estiveram acima e abaixo da nota de corte na AWS, verificou-se que no grupo DA1 o MMSE (U=85,0; p=0,037) e a habilidade de transferência mensurada pela BBS (U=66,5; p=0,048) aqueles que apresentaram maior variância significativa. No grupo DA2 apenas a BBS variou significativamente entre os indivíduos (U= 34,5; p=0,0036). O grau de coeficiente de correlação de Spearman da escala AWS com as variáveis MMSE e BBS foram 0,695 e 0,64, respectivamente. A sensibilidade e especificidade da escala A WS é de 30 por cento e 100 por cento, respectivamente. CONCLUSÕES: Alterações apráxicas da marcha, em função da baixa sensibilidade da A WS, podem ser confundidos com distúrbios de balance, exigindo a necessidade de se aprimorar a escala. Além disso, como no grupo DAI o comprometimento cognitivo correlacionou-se com a presença de distúrbios apráxicos da marcha, e embasado na literatura que propõem um componente frontal nas desordens da marcha, verifica-se a necessidade de um uma escala que seja capaz de avaliar tanto as funções frontais como o comportamento motor voluntário, inclusive a marcha.
Palavra-chave Apraxia da marcha
Doença de Alzheimer
Idioma Português
Data de publicação 2006
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2006. 56 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 56 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/21379

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