Perfil inflamatório no soro e no escarro induzido de indivíduos expostos ao asbesto com e sem diagnostico de asbestose: correlação clínica, imagética e funcional

Perfil inflamatório no soro e no escarro induzido de indivíduos expostos ao asbesto com e sem diagnostico de asbestose: correlação clínica, imagética e funcional

Título alternativo Inflammatory profile(serum and induced sputum) of subjects exposed to asbestos with and without abestosis: clinic, radiologic and funcional correlation
Autor Setta, José Henrique Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Nery, Luiz Eduardo Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Introdução: A asbestose está geralmente associada a dispnéia e a um padrão ventilatório restritivo com redução da capacidade de difusão pulmonar para o monóxido de carbono. O macrófago alveolar é descrito como a principal célula envolvida na fibrogênese, sendo responsável pela produção de mediadores inflamatórios como TNFα, IL-1 β e IL-8. O escarro induzido tem sido uma ferramenta importante na investigação do processo inflamatório em doenças pulmonares através da dosagem dos níveis de citocinas e também na avaliação do perfil celular. Objetivos: Relacionar o perfil inflamatório avaliado no soro e no escarro induzido à anormalidades clínicas, imagéticas e funcionais em indivíduos expostos ao asbesto, com e sem asbestose, comparados a controles. Casuística e métodos: Foram avaliados 58 indivíduos expostos ao asbesto, 39 com anormalidades intersticiais na tomografia computadorizada de alta resolução (TCAR) sugestivas de asbestose e 19 sem estas alterações. Estes foram comparados a 21 indivíduos saudáveis e não expostos. A avaliação clínica (escala de dispnéia do Medical Research Council- MRC), testes de função pulmonar (espirometria, volumes pulmonares e OCO), mediadores inflamatórios (IL-1β, IL-6, IL-8 e TNFα) no soro e escarro induzido (ELlSA) e celularidade no escarro, foram obtidos nos indivíduos dos três grupos (Expostos com Asbestose, Expostos com TCAR normal e controles sem exposição ao asbesto). Resultados: Pacientes com asbestose tiveram percentuais mais elevados de macrófagos- mediana (variação) 50 (4-94,3) vs 18 (2-64) p=0,002 e menores de neutrófilos 37 (1-92) vs 74 (31,3-95) p= 0,001, em relação aos controles. O número absoluto de macrófagos foi semelhante e o número de neutrófilos foi menor nos pacientes com asbestose, comparado com os controles, e conseqüentemente a relação macrófago/neutrófilo foi maior nos pacientes. A presença de dispnéia foi marginalmente associada com a porcentagem de macrófagos (p=0,055) e a OCO foi negativamente correlacionada ao número absoluto de macrófagos (r=0,45; p=O,013) no grupo com asbestose...(au).
Palavra-chave Asbestose
Escarro
Inflamação
Citocinas
Macrófagos
Pulmão/fisiologia
Idioma Português
Data de publicação 2006
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2006. 79 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 79 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/21353

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