Porque usamos imunoglobulina anti-D em excesso no abortamento precoce?

Porque usamos imunoglobulina anti-D em excesso no abortamento precoce?

Título alternativo Why do we waste anti-D immunoglobulin in early miscarriage?
Autor Baiochi, Eduardo Autor UNIFESP Google Scholar
Camano, Luiz Autor UNIFESP Google Scholar
Bordin, Jose Orlando Autor UNIFESP Google Scholar
Avritscher, Ana Paula Autor UNIFESP Google Scholar
Andrade, Carla Maria De Araújo Autor UNIFESP Google Scholar
Traina, Evelyn Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo OBJECTIVE: evaluation of fetomaternal hemorrhage (FMH) in patients who would need Rh alloimmunization with anti-D immunoglobulin (300 mug) prophylaxis after early miscarriage. METHOD: we included in the study Rh (D) negative blood group patients with positive or unknown Rh (D) partners, who had had a miscarriage up to 12 weeks of gestation, and had been admitted to hospital for uterine curettage. After this procedure 5 ml of venous blood was collected from the patients and the rosette test was applied to screen which patients would need quantitative determination of fetal blood transferred to the maternal circulation, by the Kleihauer-Betke test (K-B). RESULTS: out of 26 patients evaluated the rosette test was positive in one , who showed an FMH of 1.5 ml in the K-B test. CONCLUSIONS: the dose of anti-D immunoglobulin used in cases of miscarriage up to 12 weeks of gestation should be substantially reduced. The availability of preparations of 50 mug is recommended, for a more inexpensive and rational treatment.

OBJETIVO: avaliação da hemorragia feto-materna (HFM) nas pacientes que receberiam profilaxia da aloimunização Rh com emprego de imunoglobulina anti-D (300 mig), pós-aborto precoce. MÉTODO: foram admitidas no estudo pacientes do grupo sanguíneo Rh negativo, com parceiro Rh positivo ou ignorado, com quadro de aborto até 12 semanas de gestação internadas para curetagem uterina. Uma amostra de 5 ml de sangue venoso destas pacientes foi obtida após o procedimento, na qual realizamos o teste qualitativo de roseta para detectar quais casos necessitariam determinação quantitativa do volume de sangue fetal transferido para circulação materna, que foi então apurado pelo teste de Kleihauer-Betke (K-B). RESULTADOS: das 26 pacientes avaliadas, em uma o teste de roseta foi positivo, e o teste de K-B apontou HFM de 1,5 ml. CONCLUSÕES: a dose de imunoglobulina anti-D nos casos de abortamento até a 12ª semana de gestação deveria ser substancialmente reduzida, parecendo-nos oportuna a disponibilização no mercado nacional de apresentação com 50 mig, que representaria além da economia, maior racionalidade.
Palavra-chave Fetomaternal hemorrhage
Anti-D immunoglobulin
Early miscarriage
Hemorragia feto-materna
Imunoglobulina anti-D
Aborto precoce
Rh negativo
Idioma Português
Data de publicação 2004-06-01
Publicado em Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia, v. 26, n. 5, p. 363-367, 2004.
ISSN 0100-7203 (Sherpa/Romeo)
Publicador Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Extensão 363-367
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0100-72032004000500004
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S0100-72032004000500004 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/2095

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Nome: S0100-72032004000500004.pdf
Tamanho: 307.8KB
Formato: PDF
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