Pró-calcitonina e proteína C reativa em processos infecciosos graves

Pró-calcitonina e proteína C reativa em processos infecciosos graves

Título alternativo Procalcitonin and C-reactive protein in septic patients
Autor Andriolo, Adagmar Autor UNIFESP Google Scholar
Costa, Roberta Pasianotto Autor UNIFESP Google Scholar
Novo, Neil Ferreira Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Fleury - Centro de Medicina Diagnóstica
Universidade de Santo Amaro Faculdade de Medicina
Resumo Biochemical markers for septic processes are necessary in order to obtain objective evidence of sepsis. The C-reactive protein (CRP) has been used to that, despite its low specificity. The procalcitonin (PCT) was proposed as a more specific marker, but its predictive value is not yet well established. We evaluated which one of that markers could anticipate the clinical output of septic patients. Determination of PCT/CRP was performed in 19 sera from patients from ITU of Hospital São Paulo/EPM. Procalcitonin was measured by immunoluminometric assay (LUMItest PCT, Brahms Diagnostica GmB, Berlin, Germany) and C-reactive protein by immunonephelometric assay (N High Sensitivity CRP, Dade Behring, Marburg, Germany). The PCT concentrations are significantly higher in non-survivors than in survivors group (p < 0.002), what did not occur with CRP. We did not observe significant correlation between procalcitonin and C-reactive protein concentrations as in non-survival as survival group (SR = 0.205, critic value 0.533 and SR = 0.029, critic value 0.811, respectively). We concluded that both markers are sensitive for septic process and that higher procalcitonin concentration could be related to a worse prognostic.

Marcadores bioquímicos da resposta inflamatória são necessários para a obtenção de evidências objetivas da existência de processos infecciosos. A proteína C reativa (PCR) tem sido utilizada para essa finalidade, com baixa especificidade. A pró-calcitonina (PCT) foi proposta como marcador mais específico, mas seu valor prognóstico ainda não está bem estabelecido. Avaliamos qual desses marcadores teria maior poder em prever a evolução clínica de pacientes com sepse. Dosamos PCT e PCR no soro de 19 pacientes internados na unidade de tratamento intensivo do Hospital São Paulo, na Escola Paulista de Medicina (EPM), a pró-calcitonina por ensaio imunoluminométrico (LUMItest PCT, Brahms Diagnostica GmbH, Berlin, Germany) e a proteína C reativa por imunonefelometria (High Sensitivity CRP, Dade Behring, Marburg, Germany). As concentrações de PCT foram significativamente mais elevadas no grupo de pacientes que faleceram do que no grupo dos que tiveram alta hospitalar (p < 0,002), o mesmo não acontecendo com as concentrações de PCR. Não observamos correlação entre as concentrações de PCT e PCR tanto no grupo dos pacientes que faleceram quanto no grupo dos que se recuperaram (RS = 0,205, valor crítico 0,553 e RS = 0,029, valor crítico 0,811, respectivamente). Concluímos que ambos são marcadores sensíveis de processo séptico e que a concentração de pró-calcitonina mais elevada parece estar associada a pior prognóstico.
Palavra-chave Procalcitonin
C-reactive protein
Sepsis
Prognostic
Pró-calcitonina
Proteína C reativa
Sepse
Prognóstico
Idioma Português
Data de publicação 2004-06-01
Publicado em Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial. Sociedade Brasileira de Patologia ClínicaSociedade Brasileira de PatologiaSociedade Brasileira de Citopatologia, v. 40, n. 3, p. 169-179, 2004.
ISSN 1676-2444 (Sherpa/Romeo)
Publicador Sociedade Brasileira de Patologia ClínicaSociedade Brasileira de PatologiaSociedade Brasileira de Citopatologia
Extensão 169-179
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S1676-24442004000300007
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S1676-24442004000300007 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/2093

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Nome: S1676-24442004000300007.pdf
Tamanho: 98.87KB
Formato: PDF
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