Alterações morfológicas dentais analisadas por meio de radiografias panorâmicas em crianças portadoras de câncer após tratamento por quimioterapia e/ou radioterapia

Alterações morfológicas dentais analisadas por meio de radiografias panorâmicas em crianças portadoras de câncer após tratamento por quimioterapia e/ou radioterapia

Título alternativo The teeth morphologic altered through panoramic radiographs in children with cancer after treatment with chemotherapy and/or radiotherapy
Autor Lopes, Nilza Nelly Fontana Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Lederman, Henrique Manoel Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Objetivo: Avaliar, por meio de radiografia panorâmica, a prevalência das alterações morfológicas dentais em crianças portadoras de câncer que foram submetidas à quimioterapia isolada e/ou quimioterapia mais radioterapia. Métodos: pacientes com câncer matriculados no 10P-GRAACC-UNIFESP/EPM, no período de março de 1996 a fevereiro de 2004, foram admitidos neste estudo retroprospectivo, não randomizado, uninstitucional. Neste período, radiografias de 310 pacientes foram solicitadas e 183 pacientes preencheram os critérios de elegibilidade. Foi avaliada a freqüência radiográfica de microdontia, taurodontia, anodontia, macrodontia, raiz rombuda e raiz atilada. Resultados: 137 (74,9 por cento) pacientes foram considerados avaliáveis e 46 (25,1 por cento) não avaliáveis. Os pacientes avaliáveis foram distribuídos em dois grupos: o de neoplasias linfoproliferativas (60,6 por cento) e o de portadores de tumores sólidos (39,4 por cento). Quanto ao sexo, 79 eram do sexo feminino e 58, do masculino. A idade média, ao início do tratamento, foi de 5 anos e seis meses. Foram encontradas anomalidades dentais em 39 (28,5 por cento) pacientes e em 98 (71,5 por cento) não se encontrou nenhuma anomalidade. As anomalidades encontradas foram: microdontia 7,3 por cento (n=10); anodontia 5,8 por cento (n=8); taurodondia 13,9 por cento (n=19); macrodontia 5,1 por cento (n=7); raiz rombuda 1,5 por cento (n=2) e raiz afilada 3,6 por cento (n=5). Destes pacientes, 21,9 por cento (n=30) tinham uma alteração; 4,4 por cento (n=6), duas alterações e 2,2 por cento (n=3), três alterações. Conclusão: a taurodontia foi a alteração mais freqüente nas crianças e adolescentes que receberam tratamento antineoplásico, sendo suas taxas significativamente superiores às da população saudável. As alterações dentais reforçam a necessidade de o odontólogo pesquisar, sistematicamente, estas alterações neste grupo especial de paciente.
Palavra-chave Oncologia
Radioterapia
Radiografia panorâmica
Anormalidades dentárias
Idioma Português
Data de publicação 2005
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2005. 66 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 66 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/20897

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