Riscos e benefícios maternos e neonatais das posições lateral-esquerda e vertical semi-sentada no parto

Riscos e benefícios maternos e neonatais das posições lateral-esquerda e vertical semi-sentada no parto

Título alternativo Maternal and newborn risks and benefits of the left lateral and vertical semi-seated position at delivery
Autor Basile, Anatalia Lopes de Oliveira Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Schirmer, Janine Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo A posição materna durante o segundo período clínico do parto foi estuda com objetivo de avaliar riscos e benefícios maternos e neonatais. Foi realizado estudo clínico randomizado de 158 nulíparas de baixo risco, 81 mulheres no grupo experimental lateral-esquerda (LE), e 77 no grupo controle vertical semi-sentada VSS), no Centro de Parto Normal do Hospital Geral de Itapecerica da Serra. Os resultados mostraram não haver diferença estatisticamente significante entre os grupos para as variáveis: cor, idade, ocupação, ruptura das membranas, acompanhante, freqüência cardíaca fetal, duração do segundo período clínico do parto, ocitocina, circular de cordão umbilical, tempo de báscula, mecônio no expulsivo, Apgar, necessidade de reanimação, peso ao nascimento, pH, e diâmetro cefálico. Foi encontrada diferença estatisticamente significante (p< 0,05) entre os grupos para número de contrações uterinas 3 no grupo experimental e 4 no controle, edema vulvar 13,6 por cento grupo experimental e 29,9 por cento no controle (p=0,013), episiotomia 16,0 por cento no grupo experimental e 35,1 por cento no controle (p=0,031), laceração de lábios 37 por cento no grupo experimental e 19.5 por cento no controle (p=0,015), e valores maiores de hemoglobina nas mulheres do grupo experimental na alta (p=0,001). A eliminação de mecônio ao nascimento esteve associada a recém-nascidos com Apgar menor que sete, no primeiro minuto de vida. Na regressão logística foi encontrada risco para lacerações de segundo grau ou episiotomia associadas à posição vertical semi-sentada, ocupação fora do lar, edema vulvar e freqüência cardíaca fetal menor que 120 bpm. Concluiu-se que as mulheres do grupo experimental tiveram como benefícios: menor freqüência de contrações uterinas sem alteração da duração do segundo período clínico do parto, menos edema vulvar, menos episiotomia e maiores valores de hemoglobina na alta com períneo íntegro. O risco do grupo experimental foi maior freqüência de lacerações de lábios. No grupo controle os riscos foram de maior freqüência de contrações uterinas, edema vulvar e episiotomia e valores menores de hemoglogina 40 horas após o parto, com períneo integro.
Palavra-chave Postura
Parto normal
Segunda fase do trabalho de parto
Ensaios clínicos controlados aleatórios como assunto
Enfermagem Obstétrica
Idioma Português
Data de publicação 2005
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2005. 190 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 190 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/20873

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