Avaliação ultra-sonográfica e dopplervelocimétrica do músculo levantador do ânus de mulheres na menacme com e sem incontinência urinária de esforço

Avaliação ultra-sonográfica e dopplervelocimétrica do músculo levantador do ânus de mulheres na menacme com e sem incontinência urinária de esforço

Título alternativo Ultrasonographic and dopplervelocimetric evaluation of levator ani muscle in premenopausal women with and without urinary stress incontinence
Autor Oliveira, Emerson de Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Girão, Manoel João Batista Castello Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Objetivos: avaliar a área de secção transversal e os parâmetros dopplervelocimétricos dos vasos do músculo levantador do ânus em mulheres na menacme com e sem incontinência urinária de esforço. Métodos: 63 mulheres na menacme foram divididas em três grupos: GI: nulíparas continentes, GII: multíparas continentes e GIII: multíparas com incontinência urinária de esforço. As pacientes submeteram-se à ultra-sonografia transperineal com transdutor setorial de freqüência de 4 - 9 MHz na qual mediu-se a área de secção transversal do músculo levantador do ânus e fez-se a dopplervelocimetria de seus vasos. O exame foi repetido por um segundo investigador, utilizando-se de procedimento idêntico ao do primeiro. Resultados: Houve correlação estatisticamente significante entre as medidas dos observadores I e II para todas as variáveis estudadas, exceto a relação A/B em GIII. A área de secção transversal foi significativamente maior nas pacientes continentes (GI e GII) em relação às incontinentes (GIII). Não houve diferenças significantes da área de secção transversal entre GI e GII Não houve diferenças nos índices dopplervelocimétricos entre os três grupos. Em relação à diástole mínima nula, observamos que houve incidência significantemente maior deste achado no grupo GI e GII (mulheres continentes) em relação à GIII (mulheres incontinentes). Conclusões: A avaliação da área de secção transversal e a dopplervelocimetria dos vasos do músculo levantador do ânus foi altamente reprodutível. A área de secção transversal foi significantemente maior nas mulheres continentes em relação às incontinentes. A incidência de diástole mínima nula foi maior nas pacientes incontinentes em relação às continentes.
Palavra-chave Incontinência urinária por estresse
Fluxometria por laser-Doppler/métodos
Canal anal/anormalidades
Idioma Português
Data de publicação 2005
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2005. 79 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 79 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/20796

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