Modulação da função do receptor AT1 da angiotensina II em células ovarianas de hamster chines expressando o receptor AT1 selvagem ou mutante: mecanismos moleculares

Modulação da função do receptor AT1 da angiotensina II em células ovarianas de hamster chines expressando o receptor AT1 selvagem ou mutante: mecanismos moleculares

Título alternativo Modulation of the angiotensin II AT1 recptor funcion in chines hamster ovary cells expressing wild and mutants AT1 receptors: molecular mechanisms
Autor Corrêa, Silvana Aparecida Alves Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Shimuta, Suma Imura Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Durante o mestrado obtivemos mutantes (L265D e L262D) que apresentaram redução na afinidade, expressão funcional, e significante redução no ritmo de crescimento celular com baixa ativação da fosfolipase C, que foi correlacionado com um aumento significativo nos níveis basais de AMPc. Portanto foi nosso interesse reavaliar o fenótipo produzido pela expressão destes mutantes que apresentaram propriedades diferentes daquelas do receptor AT, selvagem. No doutorado novas mutações foram planejadas, e, para examinar a possível participação da segunda ponte dissulfeto na manutenção e conformação funcional do receptor ligado ao peptídio, os resíduos de cisteína no domínio EC da membrana foram substituídos pela serina e produzidos dois mutantes, C18S e o C18, 274S para estudar as consequências funcionais destas mutações. Também foi investigado o papel de uma inserção, isto é, uma sequência de 9 aminoácidos (de GIn26' a LyS171 ) a mais da terceira alça EC que não consta na maioria dos GPCRs, deletando esse segmento para verificar a expressão e a função do receptor. E, o papel do resíduo de asparagina 176 da EC-2 do receptor AT, em promover a interação intramolecular ou mesmo com a AII, através da produção do mutante N176A. Essas mutações foram testadas em células CHO transfectadas com os vetores de expressão contendo os cDNAs do receptor AT, selvagem (WT) com as devidas substituições introduzidas. O estudo com os mutantes previamente obtidos, L262D e 1-265D, mostraram elevados valores basais de cAMP e IP, que, foram bem correlacionados com a inibição do crescimento celular e com a concentração reduzida de DNA genômico em comparação ao receptor WT. A ação mediada pelo AMPc pareceu não ser limitada à proliferação celular, pois foi também observada transformação morfológica das células CHO que foi atribuída à ação do AMPc¿(au)
Palavra-chave Receptor Tipo 1 de Angiotensina
Angiotensina II
Mutação
Idioma Português
Data de publicação 2005
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2005. 205 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 205 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/20571

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