Validade do composite international diagnostic interview (CIDI/OMS) versão 2.1 em serviços de Saúde mental no Brasil

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dc.contributor.advisor Andreoli, Sergio Baxter [UNIFESP]
dc.contributor.author Quintana, Maria Inês [UNIFESP]
dc.date.accessioned 2015-12-06T23:05:27Z
dc.date.available 2015-12-06T23:05:27Z
dc.date.issued 2005
dc.identifier.citation São Paulo: [s.n.], 2005. 173 p.
dc.identifier.uri http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/20516
dc.description.abstract Objetivo: avaliar a validade concorrente do Compositive International Diagnostic Interview (CIDI 2.1), utilizando como padrão ouro o diagnóstico médico. Método: amostra composta por 185 indivíduos, procedentes de hospitais psiquiátricos, ambulatórios de especialidades psiquiátricas, serviços comunitários e de atenção primária à saúde, selecionados intencionalmente, segundo nove grupos diagnósticos formulados por psiquiatras utilizando o método LEAD (Longitudinal, Experts Clinicians, Ali Data). Instrumentos: CIDI 2.1 (lápis e papel), versão para diagnósticos ao longo da vida, aplicado por 16 entrevistadores leigos, treinados com o procedimento padrão da OMS. Análise: validade concorrente dos diagnósticos do CIDI no último ano. Resultados: Foram encontrados os seguintes valores, respectivamente, para a sensibilidade e a especificidade do CIDI 2.1: Transtornos Decorrentes do Uso de Álcool (79,5 por cento e 97,2 por cento); Transtornos Decorrentes do Uso de Outras Substâncias Psicoativas (77,3 por cento e 100 por cento); Esquizofrenia e Outros Transtornos Psicóticos (28,6 por cento e 93,9 por cento); Episódio Maníaco e Transtorno Afetivo Bipolar (38,9 por cento e 96,4 por cento); Transtorno Depressivo (82,5 por cento e 93,8 por cento); Transtorno Fóbico-Ansioso (80,6 por cento e 93,5 por cento); Transtorno Obsessivo Compulsivo (18,2 por cento e 98,9 por cento); Transtorno Somatoforme (41,7 por cento e 90,8 por cento); Transtorno Alimentar (45,5 por cento e 100,0 por cento). Conclusão: o CIDI mostrou-se válido na clínica para os diagnósticos de Transtornos Decorrentes do Uso de Álcool e Outras Substâncias Psicoativas, Transtorno Depressivo e Transtorno Fóbico-Ansioso. As prováveis explicações para o pior desempenho nos demais diagnósticos foram: necessidade de algum julgamento clínico do entrevistador leigo; dificuldade no manuseio do Diagrama de Especificação de Resposta; dificuldade de compreensão dos entrevistados; e falta de mecanismos para atestar a veracidade das informações. A condição de entrevistadores leigos causa limitações que podem ser minimizadas pelo treinamento com foco nos sintomas e questões que necessitam de raciocínio clínico e interpretações culturalmente determinadas. pt
dc.format.extent 173 p.
dc.language.iso por
dc.publisher Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rights Acesso restrito
dc.subject Transtornos mentais pt
dc.subject Diagnóstico pt
dc.subject Psiquiatria pt
dc.subject Prazo de validade de produtos pt
dc.title Validade do composite international diagnostic interview (CIDI/OMS) versão 2.1 em serviços de Saúde mental no Brasil pt
dc.title.alternative Validity of the composite international diagnostic interview (CIDI/WHO) version 2.1 in mental health services in Brazil en
dc.type Tese de doutorado
dc.identifier.file epm-20050426101550GARCIA.pdf
dc.description.source BV UNIFESP: Teses e dissertações
unifesp.campus São Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM) pt



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