Forma da fossa mandibular e relação com a cabeça da mandíbula: estudo anatômico em crânios de adultos

Forma da fossa mandibular e relação com a cabeça da mandíbula: estudo anatômico em crânios de adultos

Título alternativo Mandibular fossa shape related to head of mandible: anatomical study in adults skulls
Autor Ribeiro, Eduardo Cotecchia Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Smith, Ricardo Luiz Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Objetivo: Determinar e classificar a forma da fossa mandibular e da correspondente cabeça da mandíbula em diferentes tipos, relacionando-os quanto ao sexo, simetria e congruência (formas comuns) em crânios humanos de adultos, nas vistas lateral, posterior e superior, em ambos os lados, correspondendo aos respectivos planos sagital, frontal e horizontal. Material e método: A amostra constou de 50 crânios humanos adultos (23 a 82 anos), sendo 32 do sexo masculino e 18 do sexo feminino. As cabeças das mandíbulas e moldes das fossas mandibulares dos respectivos crânios foram avaliadas quanto à forma por meio de fotografias, nas vistas lateral, posterior e superior. As formas foram classificadas, validadas por análises intra e inter-observador e analisadas quanto à freqüência, distribuição nos sexos, simetria e congruência. Resultados e Conclusões: As formas foram classificadas nos tipos arredondada, angulada, plana e mista nas vistas lateral e posterior; biconvexa, plano-convexa, biplana e mista na vista superior. A forma arredondada de CM e FM foi a mais freqüente nas vistas lateral (57 por cento e 66 por cento respectivamente) e posterior (53 por cento e 83 por cento respectivamente). Na vista superior a forma mista apresentou maior freqüência na CM (59 por cento), enquanto que a forma biconvexa foi mais freqüente em FM (46 por cento). A distribuição das formas nos sexos não mostrou diferença estatisticamente significante. A mesma forma (simetria) ou não (não-simetria) para CM e FM foram avaliadas isoladamente nos lados direito e esquerdo, apresentando diversas combinações. As formas comuns não apresentaram diferença estatisticamente significante entre os lados direito e esquerdo. Nas 100 ATM analisadas, 44 por cento apresentaram formas comuns e 56 por cento não-comuns na vista lateral; na vista posterior, 56 por cento de formas comuns e 44 por cento não-comuns; na vista superior, 40 por cento comuns e 60 por cento não-comuns. A simetria das formas comuns encontrada nos mesmos crânios (os dois lados congruentes) nas respectivas vistas foi: lateral arredondada em 12 crânios (24 por cento) e mista em um (2 por cento); posterior - arredondada em 22 crânios (44 por cento) e mista em um (2°/0); superior - biconvexa em 5 crânios (10 por cento) e mista em 5 (10 por cento). A maior freqüência de crânios não-simétricos predominou nas três vistas. A forma do molde da fossa mandibular pode ou não ser coincidente com a forma da cabeça da mandíbula, fato este que provavelmente não interfere na complexa movimentação da mandíbula.
Palavra-chave Osso temporal
Mandíbula/anatomia & histologia
Articulação temporomandibular
Anatomia
Idioma Português
Data de publicação 2004
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2004. 63 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 63 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/20450

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