Efeitos da oxandrolona(esteroide anabólico androgênico) e dos exercícios aquáticos no tratamento de pacientes com doenças neuromusculares

Efeitos da oxandrolona(esteroide anabólico androgênico) e dos exercícios aquáticos no tratamento de pacientes com doenças neuromusculares

Autor Cunha, Marcia Cristina Bauer Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Oliveira, Acary Souza Bulle Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo As doenças neuromusculares (DNM) constituem um grupo de doença; usualmente têm uma natureza genética com piora progressiva ao longo d~ tempo. Alguns estudos têm sugerido que atividades físicas com carga podem aumentar e/ou manter a força muscular para estes pacientes. O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos dos exercícios aquáticos com carga isolados ou em conjunto com o esteroíde anabolizante Oxandrolona, durante 24 semanas, em 3; pacientes com doenças neuromusculares lentamente progressivas: atrofie muscular espinhal (n=8), distrofia cintura membros (n=9), miopatia distal (n=2 distrofia fascioescapuloumeral (n=6), distrofia muscular de Becker (n=4), distrofia miotônica (n=4). O estudo foi realizado em quatro etapas seqüenciais, com sei. semanas cada uma: 1. exercícios com carga em piscina aquecida; 2 oxandrolona; 3. oxandrolona e exercícios aquáticos com carga; 4. fisioterapia convencional, sem carga. Os pacientes foram avaliados antes e depois de cada etapa (t0, t6, t12, t18, t24) por meio do Cybex II (dinamômetro isocinético que mensura força muscular) e das tabelas de qualidade de vida e psicológica (Profile of Mood States - POMS). Nosso estudo nos permitiu concluir que se comparando as médias das avaliações no final de cada etapa, houve melhora estatisticamente significante no pico de torque no momento de 12 semanas para flexão de joelho direito, no momento de 18 semanas para flexão do cotovelo direito, extensão d~ joelho direito. Com relação ao total de trabalho, observamos uma melhor estatisticamente significativamente na força muscular apenas no momento de 11 semanas para flexão de joelho esquerdo e flexão de cotovelo direito. Este; momentos, de 12 e 18 semanas, são exatamente aqueles em que os paciente; foram avaliados ao final das etapas sob efeito da oxandrolona isoladamente (1; semanas) ou associada a exercícios (18 semanas). Na avaliação do pico de torque da flexão do cotovelo esquerdo observamos uma curva ascendente com < maior média no momento de 24 semanas. Concluímos que o uso da oxandrolona (0,1mg/kg/dia) em curto período de administração, especialmente em associação com exercícios aquáticos com carga, é eficaz, permitindo aumento ou manutenção da força muscular em pacientes com DNM lentamente progressivas
Assunto Exercício
Esteroides
Anabolizantes
Doenças Musculares
Idioma Português
Data 2004
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2004. 150 p.
Editor Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 150 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/20260

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