Fisioterapia aquática em pacientes com síndrome vestibular periférica deficitária unilateral

Fisioterapia aquática em pacientes com síndrome vestibular periférica deficitária unilateral

Título alternativo Aquatic physiotherapy on patients with unilateral peripheral vestibular hypofunction
Autor Gabilan, Yeda Pereira Lima Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Munhoz, Mário Sérgio Lei Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Objetivos: Avaliar os efeitos da fisioterapia aquática em indivíduos com síndrome vestibular periférica deficitária unilateral (SVPDU) em relação à qualidade de vida ao equilíbrio corporal e à auto-percepção da intensidade da tontura. Verificar associação dos efeitos terapêuticos obtidos com a idade, o gênero, tempo c início dos sintomas e uso da medicação antivertiginosa. Método: Trata-se de um estudo prospectivo, experimental, cuja amostra foi composta por 21 pacientes, c 20 a 63 anos, do sexo masculino ou feminino, com queixa de tontura crônica diagnóstico médico de SVPDU. Todos os pacientes foram submetidos a sessões do protocolo de fisioterapia aquática para reabilitação vestibular (FARO A avaliação dos pacientes, antes e depois da FARV, constou da aplicação do DI brasileiro (escore total, aspectos físico, funcional e emocional), da posturografia dinâmica computadorizada, no equipamento Balance System da marca Biodex® (índices de estabilidade média, índice de estabilidade ântero-posterior e índice c estabilidade médio-lateral), e da escala analógica de auto-percepção c intensidade da tontura. A análise estatística foi realizada para comparar variáveis medidas antes e após a reabilitação, por meio do teste t de Student pai amostras relacionadas e para verificar as associações estudadas, por meio c teste t de Student para amostras não relacionadas e do coeficiente de correlação linear de Pearson. Resultados: A amostra constituiu-se de 18 pacientes do se) feminino (85,7 por cento) e 3 do masculino (14,3 por cento). A idade média foi de 50,2 anos. tempo médio de início dos sintomas foi de 8 anos. O uso de medicação antivertiginosa foi verificado em 10 indivíduos (47,6 por cento). Os valores do escore total e de todos os aspectos do DHI brasileiro foram menores após a FARV, ei relação aos valores obtidos antes da reabilitação (p = 0,0001). A avaliação posturográfica evidenciou diminuição da variação do deslocamento corporal após a aplicação da FARV em relação à avaliação realizada antes da reabilitação, ne variáveis índice de estabilidade média e índice de estabilidade ântero-posterior = 0,001) e na variável índice de estabilidade médio-lateral (p = 0,003). A avaliação da auto-percepção da intensidade da tontura mostrou valores menores após FARV (p = 0,001), em relação à avaliação realizada antes da reabilitação. Não houve associação entre os efeitos obtidos cir19 a FARV e as variáveis gênero idade, uso de medicamentos e tempo de início dos sintomas. Conclusões: C pacientes com SVPDU submetidos ao protocolo de FARV apresentaram melhor da qualidade de vida, do equilíbrio corporal e da auto-avaliação da intensidade d tontura, independente da idade, gênero, tempo de início dos sintomas e uso d medicação antivertiginosa durante a reabilitação
Palavra-chave Doenças Vestibulares
Tontura
Equilíbrio Postural
Reabilitação
Hidroterapia
Idioma Português
Data de publicação 2004
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2004. 82 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 82 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/20205

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