Análise comportamental de ratos susceptíveis e nao susceptíveis as convulsões clônicas induzidas pelo DMCM, um agonista inverso benzodiazepínico

Análise comportamental de ratos susceptíveis e nao susceptíveis as convulsões clônicas induzidas pelo DMCM, um agonista inverso benzodiazepínico

Título alternativo Behavioral analysis of rats susceptible and non-susceptible to clonic convulsions induced by DMCM, a benzodiazepine inverse agonist
Autor Contó, Marcos Brandão Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Venditti, Marco Antonio Campana Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Há evidências clínicas e farmacológicas que sugerem uma deficiência na neurotransmissão GABAérgica, mediada pelo receptor GABAR/BZD, nas epilepsias e nas desordens psiquiátricas das ansiedades e das depressões. O objetivo deste trabalho foi verificar se ratos que diferem quanto à sensibilidade às convulsões clônicas provocadas pelo DMCM, um agonista inverso benzodiazepínico, também se diferenciariam em testes comportamentais utilizados para estudos de ansiedade e depressão. Ratos Wistar, machos, adultos, foram injetados intraperitonialmente, uma vez (primeiro experimento) ou duas vezes (segundo experimento), com uma dose de DMCM que produz convulsões clônicas em 50 por cento dos ratos injetados. A partir destes procedimentos, foram separados, em cada um dos experimentos, dois grupos distintos: o grupo susceptível (SC), constituído de ratos que apresentaram convulsões clônicas na única exposição (primeiro experimento) ou em ambas as exposições (segundo experimento); e o grupo não susceptível (NSC), composto por ratos que não apresentaram sinais de convulsão na única exposição (primeiro experimento) ou em ambas as exposições (segundo experimento). Após 20 dias da única exposição ao DMCM (primeiro experimento) ou da segunda exposição ao DMCM (segundo experimento), os animais foram expostos aos seus respectivos testes comportamentais. Diferentes grupos de ratos foram usados em cada um dos modelos comporta mentais, com a exceção dos ratos do segundo experimento que foram expostos ao labirinto em cruz elevado, e que, após 20 dias, foram expostos ao campo aberto. Os resultados obtidos no primeiro experimento demonstraram não haver diferenças estatísticas entre os grupos SC e NSC nos modelos comportamentais utilizados. Entretanto, no segundo experimento , o grupo SC apresentou um menor tempo de permanência nos braços abertos do labirinto em cruz elevado, o que indica um nível mais alto de ansiedade, e no campo aberto, este grupo apresentou uma maior freqüência de "rearing", comparado com o grupo NSC. Na natação forçada não foram observadas diferenças comportamentais entre os grupos. Concluindo, estes resultados sugerem a existência de uma relação neurobiológica, no que se refere ao complexo ionotrópico GABAR/BZD, entre as epilepsias e as ansiedades, bem como a inexistência desta relação entre as epilepsias e as depressões
Palavra-chave Convulsões
Ansiedade
Depressão
Ratos
Idioma Português
Data de publicação 2004
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2004. 73 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 73 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/20113

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