Transporte intra-hospitalar em unidade neonatal: avaliação da qualidade no período de 1997 a 2000 e fatores de risco para intercorrências clínicas

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dc.contributor.advisor Guinsburg, Ruth [UNIFESP]
dc.contributor.author Vieira, Anna Luiza Pires [UNIFESP]
dc.date.accessioned 2015-12-06T23:04:44Z
dc.date.available 2015-12-06T23:04:44Z
dc.date.issued 2003
dc.identifier.citation São Paulo: [s.n.], 2003. 147 p.
dc.identifier.uri http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/20009
dc.description.abstract Objetivo: avaliar a evolucao da qualidade do transporte intra-hospitalar (TIH) realizado em pacientes internados em unidade neonatal e verificar os fatores de risco para as intercorrencias clinicas mais importantes durante o transporte. Metodo: estudo observacional e prospectivo de todos os pacientes internados na unidade neonatal universitaria que necessitaram de qualquer TIH de jan/1997 a dez/2000 entre 2a-6a feira das 8:00 as 18:OOh. 0 transporte foi sempre realizado por um pediatra e um profissional de enfermagem. Logo apos o transporte, o neonatologista preenchia ficha especifica contendo informacoes sobre dados demograficos, morbidade, procedimento que indicou o transporte e anotava antes, durante e ao final do transporte: frequencia cardiaca, pressao arterial, glicemia, gasometria nos intubados, suporte ventilatorio, problemas com equipamentos, acesso venoso e canula traqueal. Ate 2 horas pos-transporte, anotou-se a presenca de intercorrencias clinicas. A analise desses dados foi descritiva. Elegeu-se as intercorrencias clinicas mais frequentes para estudar os fatores de risco a elas associadas por meio de regressao logistica, considerando significante p<0,05. Resultados: obteve-se uma amostra de 502 transportes, sendo 129 em 1997, 132 em 1998, 131 em 1999 e 110 em 2000. Os pacientes tinham em media 2000g, 35 semanas de idade gestacional (IG), 22 dias de vida e CRIB=1, mas esses dados variaram amplamente. As principais indicacoes do transporte foram: malformacoes, em especial neurologicas, e prematuridade. Os pacientes foram transportados para cirurgias e realizacao de exames de imagem. As intercorrencias clinicas mais frequentes durante e ate 2 horas apos o transporte foram: hipotermia e aumento da necessidade de 02 elou de suporte ventilatorio em 17 por cento e 7 por cento dos transportes respectivamente. Os fatores de risco para hipotermia no transporte intra-hospitalar foram: duracao do transporte > 3h, doenca neurologica ou sindromes geneticas e transporte realizado em 1997. Ja os fatores de risco relacionados ao aumento da necessidade de 02 elou suporte ventilatorio foram: menor IG ao nascimento, maior idade pos-natal no transporte, maior CRIB e presenca de alteracoes gastrintestinais e genito-urinarias. Conclusao: a disponibilidade de equipamentos, materiais basicos e o treinamento dos profissionais de Saúde sao essenciais para que o TIH neonatal se faca de maneira segura pt
dc.format.extent 147 p.
dc.language.iso por
dc.publisher Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rights Acesso restrito
dc.subject Transporte de pacientes pt
dc.subject Recém-nascido pt
dc.subject Fatores de risco pt
dc.subject Transportation of patients en
dc.subject Infant, newborn en
dc.subject Risk factors en
dc.title Transporte intra-hospitalar em unidade neonatal: avaliação da qualidade no período de 1997 a 2000 e fatores de risco para intercorrências clínicas pt
dc.title.alternative Intra-hospital transport in a neonatal unit: evaluation of the quality in the period from 1997 through 2000 and risk factors for the clinical problems en
dc.type Dissertação de mestrado
dc.identifier.file epm-11674.pdf
dc.description.source BV UNIFESP: Teses e dissertações
unifesp.campus São Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM) pt



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