Transporte intra-hospitalar em unidade neonatal: avaliação da qualidade no período de 1997 a 2000 e fatores de risco para intercorrências clínicas

Transporte intra-hospitalar em unidade neonatal: avaliação da qualidade no período de 1997 a 2000 e fatores de risco para intercorrências clínicas

Título alternativo Intra-hospital transport in a neonatal unit: evaluation of the quality in the period from 1997 through 2000 and risk factors for the clinical problems
Autor Vieira, Anna Luiza Pires Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Guinsburg, Ruth Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Objetivo: avaliar a evolucao da qualidade do transporte intra-hospitalar (TIH) realizado em pacientes internados em unidade neonatal e verificar os fatores de risco para as intercorrencias clinicas mais importantes durante o transporte. Metodo: estudo observacional e prospectivo de todos os pacientes internados na unidade neonatal universitaria que necessitaram de qualquer TIH de jan/1997 a dez/2000 entre 2a-6a feira das 8:00 as 18:OOh. 0 transporte foi sempre realizado por um pediatra e um profissional de enfermagem. Logo apos o transporte, o neonatologista preenchia ficha especifica contendo informacoes sobre dados demograficos, morbidade, procedimento que indicou o transporte e anotava antes, durante e ao final do transporte: frequencia cardiaca, pressao arterial, glicemia, gasometria nos intubados, suporte ventilatorio, problemas com equipamentos, acesso venoso e canula traqueal. Ate 2 horas pos-transporte, anotou-se a presenca de intercorrencias clinicas. A analise desses dados foi descritiva. Elegeu-se as intercorrencias clinicas mais frequentes para estudar os fatores de risco a elas associadas por meio de regressao logistica, considerando significante p<0,05. Resultados: obteve-se uma amostra de 502 transportes, sendo 129 em 1997, 132 em 1998, 131 em 1999 e 110 em 2000. Os pacientes tinham em media 2000g, 35 semanas de idade gestacional (IG), 22 dias de vida e CRIB=1, mas esses dados variaram amplamente. As principais indicacoes do transporte foram: malformacoes, em especial neurologicas, e prematuridade. Os pacientes foram transportados para cirurgias e realizacao de exames de imagem. As intercorrencias clinicas mais frequentes durante e ate 2 horas apos o transporte foram: hipotermia e aumento da necessidade de 02 elou de suporte ventilatorio em 17 por cento e 7 por cento dos transportes respectivamente. Os fatores de risco para hipotermia no transporte intra-hospitalar foram: duracao do transporte > 3h, doenca neurologica ou sindromes geneticas e transporte realizado em 1997. Ja os fatores de risco relacionados ao aumento da necessidade de 02 elou suporte ventilatorio foram: menor IG ao nascimento, maior idade pos-natal no transporte, maior CRIB e presenca de alteracoes gastrintestinais e genito-urinarias. Conclusao: a disponibilidade de equipamentos, materiais basicos e o treinamento dos profissionais de Saúde sao essenciais para que o TIH neonatal se faca de maneira segura
Palavra-chave Transporte de pacientes
Recém-nascido
Fatores de risco
Transportation of patients
Infant, newborn
Risk factors
Idioma Português
Data de publicação 2003
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2003. 147 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 147 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/20009

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