Processamento temporal e beneficio da amplificacao sonora

Processamento temporal e beneficio da amplificacao sonora

Título alternativo Temporal processing and benefit from amplification in elderly
Autor Parra, Viviane Morales Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Objetivo: Este estudo tem como objetivo caracterizar o desempenho de idosos nos Testes de Padrao de Frequencia (TPF) e Padrao de Duracao (TPD) buscando possivel associacao com o beneficio do uso da amplificacao sonora. Metodo: A amostra foi composta por 35 idosos com perda auditiva neurossensorial de grau leve a severo, sem evidencias de comprometimento central, com idades variando de 60 a 85 anos. O grupo controle foi composto por 25 idosos com sensibilidade auditiva normal, sem evidencias de comprometimento central e com idades entre 60 e 79 anos. Foi realizada anamnese e aplicados os Testes de Padrao de Duracao e de Padrao de Frequencia a 50 dBNA ou no nivel mais confortavel e a resposta solicitada foi nomeacao. Os pacientes com perda auditiva passaram por um processo de selecao e adaptacao de proteses auditivas e receberam doacao das proteses indicadas. Foi aplicado o questionario APHAB antes e apos um mes da adaptacao. Os resultados foram analisados nas quatro sub-escalas propostas: FC (Facilidade de Comunicacao), RV (Reverberacao), BA (Barulho Ambiente) e SI (Sons Intensos). Para a analise estatistica utilizou-se as tecnicas: ANOVA - Analysis of Variance, com nivel de significancia de 5 por cento, Intervalo de Confianca e Correlacao de Pearson. Resultados: Nos resultados dos TPD e de TPF nao foram observadas diferencas estatisticamente significantes entre as orelhas direita e esquerda. Os idosos com sensibilidade auditiva normal apresentaram porcentagens medias de acertos de 67,20 e 48,87 e os com perda auditiva de 60,62 e 46,62 nos testes TPD e TPF, respectivamente. Comparando os dois grupos observou-se que nao houve diferenca estatisticamente significante entre eles. Apos um mes da adaptacao de proteses auditivas as dificuldades auditivas diminuiram significantemente nas sub-escalas: FC, RV e BA. Nao houve correlacao entre os resultados obtidos nos TPD e de TPF e o beneficio com o uso de proteses auditivas. Conclusao: 1) A porcentagem media de acertos no TPD e TPF e de, respectivamente, 67,20 por cento e 48,87 por cento, em idosos com sensibilidade auditiva normal e de 60,62 por cento e 46,72°/a em idosos com perda auditiva. 2) Nao ha diferenca entre o percentual medio de acertos nos testes TPD e TPF nos idosos com sensibilidade auditiva normal e nos com perda auditiva neurossensorial. 3) Ha reducao das dificuldades auditivas com o uso da amplificacao sonora em ambientes favoraveis, reverberantes e com elevado nivel de ruido, porem, observou-se ainda uma dificuldade com sons intensos do ambiente. 4) Nao ha correlacao entre os resultados obtidos nos TPD e TPF com o beneficio do uso de proteses auditivas
Palavra-chave Testes Auditivos
Percepção Sonora
Perda Auditiva
Auxiliares de Audição
Presbiacusia
Idioma Português
Data de publicação 2003
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2003. 95 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 95 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/19993

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