Comportamento do teste tuberculinico e evolucao da lesao vacinal pos-BCG em criancas expostas e/ou infectadas pelo virus da imunodefiCiência humana

Comportamento do teste tuberculinico e evolucao da lesao vacinal pos-BCG em criancas expostas e/ou infectadas pelo virus da imunodefiCiência humana

Título alternativo Response to tuberculin testing and post-BCG scar evolution in HIV- exposed and/or infected children
Autor Nunes, Alex Moura de Barros Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Objetivos: estudar a evolucao da lesao vacinal pos-BCG (papula, enduracao, eritema, supuracao e cicatriz) em criancas expostas ao HIV (infectadas ou nao); identificar eventos adversos ao BCG; 4 avaliar o comportamento do teste tuberculinico e a contribuicao deste teste ao diagnostico da tuberculose, nesta populacao. Metodos: o trabalho foi realizado no ambulatorio de AIDS pediatrico da UNIFESP-EPM, entre marco de 2000 e fevereiro de 2002, em São Paulo-SP. Estudo prospectivo de 105 lactentes expostos ao HIV por via perinatal (grupo A) e estudo transversal de 109 criancas e adolescentes com infeccao pelo HIV previamente confirmada (grupo B). Todos receberam o BCG intradermico apos o nascimento e foram acompanhados atraves de exame fisico, laboratoriais e analise de prontuario. O teste tuberculinico foi realizado seis a 12 meses apos o BCG, no grupo A. Resultados: Grupo A: papula, enduracao, eritema, supuracao e cicatriz aparecem com tres a quatro semanas (papula); quatro a cinco semanas (enduracao e eritema); sete semanas (supuracao) e 10 a 12 semanas (cicatriz). Nao foram observados eventos adversos a vacina BCG, exceto cicatrizacao com tempo superior a seis meses em um lactente infectado. Houve apenas 10 por cento de testes tuberculinicos com enduracoes iguais ou maiores a 10 mm e 62,5 por cento de testes iguais a zero. Grupo B: 94 por cento de anergia ao teste tuberculinico, sem correlacao com os fatores estudados. Nao houve associacao estatisticamente significante entre a enduracao do teste tuberculinico em ambos os grupos (A e B) e todas as variaveis analisadas: idade a epoca da vacinacao BCG, presenca ou ausencia de cicatriz pos BCG, tamanho da cicatriz, tempo decorrido entre o BCG e o teste tuberculinico e, ainda, no grupo A: idade gestacional, peso ao nascimento, tuberculose materna durante a gestacao. No grupo B nao houve associacao estatisticamente significante com a dosagem de RNA viral plasmatico, contagem de linfocitos T CD4+, tratamento anti-retroviral ou tuberculose passada. Foi estatisticamente significante a correlacao entre testes tuberculinicos com enduracoes diferentes de zero e diagnostico de tuberculose atual. Conclusoes - Grupo A: 60 por cento teve os resultados de teste tuberculinico iguais a zero, concluindo-se que a vacinacao previa com o BCG nao invalida a contribuicao deste teste ao diagnostico de infeccao tuberculosa, nesta populacao. Grupo B: o teste tuberculinico mostrou-se um importante instrumento para o diagnostico da infeccao tuberculosa
Palavra-chave Teste Tuberculínico
Vacina BCG
HIV
Idioma Português
Data de publicação 2003
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2003. 135 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 135 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/19950

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