Avaliação do risco de parto pré-termo espontâneo mediante parâmetros ultra-sonográficos biométricos e morfológicos do colo uterino no segundo trimestre da gravidez

Avaliação do risco de parto pré-termo espontâneo mediante parâmetros ultra-sonográficos biométricos e morfológicos do colo uterino no segundo trimestre da gravidez

Título alternativo Evaluation of risk for preterm delivery by biometric and morphologic sonographic parameters of uterine cervix during second trimester of pregnancy
Autor Pires, Claudio Rodrigues Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Moron, Antonio Fernandes Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Objetivo: Avaliar o risco de parto pre-termo espontaneo na populacao geral a partir de biometria cervical realizada segundo diferentes metodos e de marcadores morfologicos, como o sinal do afunilamento e a ausencia da area glandular endocervical. Pacientes e metodos: Foram arroladas 361 pacientes na populacao geral, submetidas a exame ultrasonografico transvaginal entre 21 e 24 semanas de gestacao, e verificados os resultados perinatais por telefone ou carta. Resultados: A incidencia de parto pre-termo espontaneo foi de 5,0 por cento. A aplicacao da curva ROC (receiver operating characteristic) para as medidas do comprimento cervical obtidas segundo a forma retilinea e fracionada evidenciou pontos de corte de forma a maximizar a sensibilidade e especificidade nos seguintes valores: menor medida retilinea do comprimento do colo em 30,0 mm; media das medidas retilineas do comprimento do colo em 31,3 mm; medida fracionada do comprimento do colo em 35,0 mm. As tres variaveis biometricas revelaram associacao estatisticamente significante com o parto pre-termo (PPT) espontaneo (p <_ 0,001) e riscos relativos de 7,04; 7,96 e 4,50 respectivamente. O sinal do afunilamento foi observado em 4,2 por cento da populacao estudada e em 22,2 por cento dos pacientes que evoluiram para PPT espontaneo. Tal parametro mostrou associacao significante com PPT (p < 0,001; risco relativo de 6,68). A ausencia do eco glandular endocervical (EGE) foi detectada em 2,8 por cento das pacientes estudadas e em 44,4 por cento das pacientes que evoluiram para PPT espontaneo. Este parametro demonstrou forte associacao com PPT espontaneo (p <0,001; risco relativo de 28,57). A analise de regressao logistica multivariada apontou a ausencia do EGE como a variavel mais associada ao PPT espontaneo em relacao ao comprimento cervical e ao sinal do afunilamento. Conclusao: A predicao do parto pre-termo espontaneo a partir de sinais ultra-sonograficos deve ser realizada contemplando marcadores biometricos e morfologicos, entre estes, a ausencia do eco glandular endocervical. Trata-se de um novo e importante indicador ecografico de risco para parto pre-termo
Palavra-chave Colo do útero
Trabalho de parto prematuro
Colo do útero/ultraestrutura
Incompetência do colo do útero
Idioma Português
Data de publicação 2003
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2003. 103 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 103 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/19898

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