Estudo da toxicidade das peçonhas crotálica e botrópica em túbulos proximais isolados de rins de ratos

Estudo da toxicidade das peçonhas crotálica e botrópica em túbulos proximais isolados de rins de ratos

Título alternativo Evaluation of crotalus and bothrops venoms on isolated rat renal proximal tubules
Autor Castro, Isac de Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Yu, Luis Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Introdução: Os acidentes ofidicos possuem uma taxa de letalidade mundial de 2,3 por cento. enquanto no Brasil chega a 6 por cento. Nos acidentes crotalicos e botropicos pode ocorrer insufiCiência renal aguda (IRA) causada principalmente por necrose tubular aguda (NTA). Os venenos ofidicos podem causar alteracoes glomerulares e tubulares renais. Alem disto, desencadeiam manifestacoes sistemicas e locais, tais como rabdomiolise, hemolise, disturbios da coagulacao e necrose tecidual no local da picada. As principais fracoes toxicas do veneno crotalico sao a crotoxina e a fosfolipase A2, e no veneno botropico sao as metaloproteinases e a botropsina. Entretanto, a toxicidade tubular renal direta dos venenos ofidicos nao foi ainda demonstrada, assim como, o efeito dos respectivos soros antiofidicos sobre os efeitos tubulares dos venenos. Os objetivos deste estudo foram: a) avaliar os efeitos dos venenos crotalico e botropico em tubulos proximais (TP) isolados de rins de ratos oxigenados (60 min) e submetidos a hipoxia (15 min) e reoxigenacao (45 min); b) avaliar a acao dos respectivos soros sobre os efeitos tubulares dos venenos. Utilizou-se a liberacao de DHL ( por cento) como medida de lesao celular e mediu-se tambem a producao de peroxidos (&#61549;M/mg/prot.). Avaliou-se tambem o papel do calcio extracelular sobre os efeitos tubulares dos venenos. Resultados: Observou-se que o veneno crotalico foi toxico para TP nas concentracoes de 60 &#61549;g/mL (DHL 29,3 vs 24,5 por cento, p<0,05) e 120 &#61549;g/mL (DHL 39,6 vs 24,5 por cento, p<0,05), sendo que o soro anti-crotalico foi eficaz em abolir esta lesao toxica tubular. A producao de peroxido aumentou com o veneno crotalico, tanto na concentracao de 60 &#61549;g/mL (2,58 vs 1,43 &#61549;M/mg prot. p<0,05), quanto de 120 &#61549;g/mL (2,61 vs 1,43 &#61549;M/mg prot. p<0,05). Esta elevacoes foram atenuadas pela administracao do soro anti-crotalico: 1,25 vs 2,58 &#61549;M/mg prot (veneno 60 &#61549;g/mL, p<0,05) e 1,03 vs 2,61 &#61549;M/mg prot (veneno 120 &#61549;g/mL, p<0,05). Concentracao nao toxica do veneno crotalico (12,5 &#61549;g/mL) agravou a lesao da hipoxia (DHL 42,9 por cento vs 23,5 por cento, p<0,05) e da reoxigenacao (DHL 76,6 por cento vs 49,4 por cento, p<0,05), que foi atenuada pelo soro anticrotalico apos hipoxia (DHL 24,2 por cento vs 42,9 por cento, p<0,05) e reoxigenacao (DHL 42,0 por cento vs 76,6 por cento, n<0,05)a(au)
Palavra-chave Anóxia
Crotalus
Bothrops
Túbulos Renais Proximais
Cérebro/irrigação sanguínea
Antivenenos/uso terapêutico
Idioma Português
Data de publicação 2003
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2003. 84 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 84 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/19859

Exibir registro completo




Arquivo

Arquivo Tamanho Formato Visualização

Não existem arquivos associados a este item.

Este item está nas seguintes coleções

Buscar


Navegar

Minha conta