Avaliacao de fatores prognosticos em criancas e adolescentes internados em unidades de cuidados intensivos oncopediatrica

Avaliacao de fatores prognosticos em criancas e adolescentes internados em unidades de cuidados intensivos oncopediatrica

Título alternativo evaluation of prognostic factors in children and adolescent admitted the pediatric oncology intensive care unit
Autor Escobar, Norma Cristina Panizza Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Introdução: a sobrevida de criancas e adolescentes com cancer tem melhorado nas ultimas decadas devido ao diagnostico precoce, ao tratamento multimodal e aos cuidados em UCIOP. Objetivos gerais: identificar fatores preditivos relacionados a evolucao de pacientes internados na UCIOP quanto a idade, sexo, tipo de neoplasia, granulocitopenia febril (GPF), uso de drogas vasoativas e inotropicas, ventilacao pulmonar mecanica invasiva (VPM), sepse e choque septico, e o risco relativo das variaveis estudadas com o obito ou sobrevida. Especificos: validar o escore PRISM III e avaliar o tempo de internacao com a probabilidade de obito neste grupo de pacientes. Identificar recomendacoes que possam diminuir a mortalidade. Casuistica e Metodo: estudo retrospectivo de 1998 a 2001 com pacientes com cancer admitidos na UCIOP. Analisadas 195 internacoes que foram divididas em 2 grupos: leucemias e linfomas e tumores solidos. Foram 'avaliadas as variaveis com o risco de obito numa analise univariada e multivariada no grupo geral de internacoes e nos 2 sub-grupos. Resultados: estudados 149 pacientes em 195 internacoes, a idade media foi de 99,05±74,48 meses, 111 (56,90 por cento) do sexo feminino e 84 (43,10 por cento) do sexo masculino. A GPF estavam presente em 67 (34,40 por cento) das internacoes, e as drogas inotropicas e vasoativas foram utilizadas em 88 (45,10 por cento), a VPM em 76 (39 por cento), e a sepse e o choque septico em 83 (42,60 por cento) das internacoes. 0 PRISM III foi altamente preditivo (p = 0,001) no grupo geral das internacoes. 0 TI de 7,34 ± 10,20 dias no grupo geral de internacoes. Ainda no grupo geral 49 (25,13 por cento) morreram e 146 (74,87 por cento) sobreviveram da UCIOP. Conclusoes: A: as seguintes variaveis foram preditivas de pior prognostico: a idade, o sexo feminino, a necessidade de suporte inotropico e vasoativo, a VPM e a sepse e o choque septico. A GPF e o T nao foram) fatores preditivos estatisticamente significantes para sobrevida; B: o escore PRISM III elevado (21-30) foi altamente preditivo de obito no grupo geral de internacoes, porem nao foi fator preditivo significante para obito no grupo das leucemias e linfomas. Poderiamos sugerir modifica-lo para sua utilizacao no paciente com cancer; C: Identificados os fatores prognosticos de risco para obito, face a serem eventos tardios na evolucao, e importante uma avaliacao conjunta das equipes de oncologistas e intensivistas buscando melhor abordagem destes pacientes na probabilidade de sobrevida
Palavra-chave Unidades de Terapia Intensiva Pediátrica
Taxa de Sobrevida
Doenças Hematológicas
Indicadores de Morbimortalidade
Idioma Português
Data de publicação 2003
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2003. 111 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 111 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/19810

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