A relação da angiogênese e da expressão da proteína caderina-E com prognóstico e o estadiamento de doentes operados por asenocarcinoma colorretal

A relação da angiogênese e da expressão da proteína caderina-E com prognóstico e o estadiamento de doentes operados por asenocarcinoma colorretal

Título alternativo The relationship of angiogenesis and expression of E-cadherin with the prognosis and the staging of patients on for colorrectal adenocarcinoma
Autor Leme, Marcelo Betim Paes Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Matos, Delcio Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Objetivo: Avaliar a relacao da angiogenese e da expressao tissular da caderina-E com a recidiva, com o intervalo livre de doenca, com a sobrevida e com o estadiamento TNM de doentes operados por adenocarcinoma colorretal. Metodos: Foram estudados 126 doentes (60 homens e 66 mulheres, com idade media de 63,7 anos) operados por adenocarcinoma colorretal. A distribuicao segundo o estadiamento TNM foi: estadio I - 19 (15,1 por cento) doentes, estadio II - 42 (33,3 por cento), estadio III - 36 (28,6 por cento) e estadio IV - 29 (23,0 por cento). Noventa e nove doentes foram submetidos a operacao radical sendo entao acompanhados por um periodo medio de 35,8 meses e cuja media do ILD e da sobrevida foi de 71 e 85 meses respectivamente. Os cortes histologicos do tecido tumoral, preservados em parafina, foram examinados por tecnica imuno-histoquimica em relacao a angiogenese e expressao da caderina-E. Para quantificacao da angiogenese utilizou-se a microdensidade vasal (MDV), definida como o numero de microvasos por mm2 e a medida da area endotelial (AE), por metodo informatizado, definida como a area ocupada pelo endotelio vascular no campo microscopico. A caderina-E foi avaliada por metodo semiquantitativo classificando-se os cortes histologicos como positivos ou negativos. Resultados: O numero medio de microvasos foi de 128,6 MV/mm2 (DP=44,5) e a area endotelial media de 4,3 por cento (DP=2,1). A caderina-E foi positiva em 49,4 por cento e negativa em 50,6 por cento dos doentes. A recidiva ocorreu em 23,2 por cento dos doentes, nao havendo relacao com a angiogenese (MDV: p = 0,418; AE: p = 0,822), ou com a expressao da caderina-E (p = 0,820). Da mesma forma nao foi observada relacao da angiogenese e da caderina-E com o intervalo livre de doenca e a sobrevida. Tambem nao foi verificada associacao da angiogenese (MDV: p = 0,457; AE: p = 0,451) e da caderina-E (p = 0,958) com o estadiamento TNM. Conclusao: Os resultados verificados nesta pesquisa nao permitem relacionar a angiogenese e a expressao tissular da caderina-E com o estadiamento e o prognostico do adenocarcinoma colorretal
Palavra-chave Novascularização fisiológica
Caderinas
Neoplasias do colo
Colo
Reto
Idioma Português
Data de publicação 2003
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2003. 82 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 82 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/19669

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