Craniofaringioma

Título alternativo Craniopharyngioma: treatment with intratumoral bleomycin
Autor Zanon-Collange, Nelci Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Foram estudados 52 pacientes com craniofaringioma submetidos ao protocolo para tratamento com bleomicina intratumoral. O tratamento foi dividido em tres fases: colocacao do cateter intratumoral, controle radiologico e injecao do farmaco intratumoral. Doze (23 por cento) pacientes foram excluidos na fase 1 e 2 de tratamento. Entre os pacientes que chegaram a fase 3,um (1,9 por cento) foi excluido apos a primeira dose de bleomicina por vazamento do quimioterapico. As exclusoes por vazamento do sistema foram relacionadas a tecnica cirurgica utilizada, 21,4 por cento (3/14) dos pacientes submetidos a cirurgia por estereotaxia; 18,8 por cento (2/11) dos pacientes submetidos a puncao direta; 11,5 por cento (3/26) dos pacientes submetidos a craniotomia. Entre os 39 pacientes tratados com quimioterapia intratumoral, 30 (77 por cento) tiveram as medidas dos tamanhos dos craniofaringiomas aferidas antes do inicio do tratamento e apos o mesmo. Nos pacientes em que o craniofaringioma nao tinha sido tratado previmamente, a resposta no pos-tratamento com diminuicao do tamanho tumor foi significante. Esta variavel tambem foi significante avaliando o grupo com idade maior do que a mediana das idades. A recidiva apos o tratamento foi mais significante nos pacientes do grupo com idade menor ou igual a mediana das idades. Vinte e oito pacientes (71,8 por cento) recidivaram em algum momento do acompanhamento. Destes, 23 (58,9 por cento) foram submetidos a uma abordagem cirurgica para o tratamento do craniofaringioma. Em 16 (41 por cento) pacientes o craniofaringioma foi controlado sem nova cirurgia apos o uso da quimioterapia intratumoral. Dez pacientes (25,6 por cento) necessitaram de um segundo ciclo de bleomicina e 4 (10,2 por cento) receberam um terceiro ciclo de tratamento. A dosagem da desidrogenase latica (DHL) nao mostrou resultados relacionados a meihor ou pior resposta ao tratamento. A funcao visual apos tratamento teve melhora de 100 por cento do papiledema, com melhora tambem da acuidade em 31 por cento e no campo visual, melhora de 14 por cento. Dois pacientes (5,1 por cento) desenvolveram diabetes insipidus apos o tratamento com bleomicina intratumoral. No acompanhamento de 3 ate 13 anos (media = 6 anos), a mortalidade entre os 52 pacientes acompanhados foi de 15 por cento
Palavra-chave Craniofaringioma
Bleomicina
Quimioterapia
Idioma Português
Data de publicação 2003
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2003. 110 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 110 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/19626

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