Colpossacrofixação para correção do prolapso da cúpula vaginal

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dc.contributor.author Zucchi, Eliana Viana Monteiro [UNIFESP]
dc.contributor.author Kati, Lea Mina [UNIFESP]
dc.contributor.author Girão, Manoel João Batista Castello [UNIFESP]
dc.contributor.author Sartori, Marair Gracio Ferreira [UNIFESP]
dc.contributor.author Baracat, Edmund Chada [UNIFESP]
dc.contributor.author Lima, Geraldo Rodrigues De [UNIFESP]
dc.date.accessioned 2015-06-14T13:30:15Z
dc.date.available 2015-06-14T13:30:15Z
dc.date.issued 2003-12-01
dc.identifier http://dx.doi.org/10.1590/S0100-72032003001000002
dc.identifier.citation Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia, v. 25, n. 10, p. 705-709, 2003.
dc.identifier.issn 0100-7203
dc.identifier.uri http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/1952
dc.description.abstract PURPOSE: to evaluate patients who presented post-hysterectomy vaginal vault prolapse and were treated surgically by abdominal sacropexy (ASP) during the period of 1995-2000 at the São Paulo Hospital (EPM-UNIFESP). METHODS: we studied retrospectively 21 patients with post-hysterectomy vaginal vault prolapse with previous correction of cystocele and rectocele. An analysis was made taking into account the average age of the patients, number of parturitions, weight, body mass index (BMI), time between the appearance of the prolapse and the hysterectomy, duration of surgery, blood loss and recurrences. The patients underwent surgery using the abdominal sacropexy technique with or without the interposition of a synthetic prosthesis between the vaginal wall and the sacrum. RESULTS: of the patients attended in our service, 15 used the ASP technique and in one case, due to intra-operational difficulties, the Te Linde correction was used. The average age of the patients was 63.7 (47-95 years), parity of 4.6 and BMI of 26.9. ASP was performed on average 18 years after total abdominal hysterectomy and 3 years after vaginal hysterectomy. The average surgical time was 2 h and 15 min, without the need of a blood transfusion. There were no recurrences of the prolapse or preoperative symptoms (follow-up of 1-5 years). CONCLUSIONS: surgical treatment of the vaginal vault prolapse can be done by vaginal access (colpocleisis or the fixation to the sacrospinal ligament) or abdominal approach (sacropexy). The latter has the advantage of restoring the vaginal axis, preserving its depth, which apart from improving the prolapse, allows the restoration of sexual, intestinal and urinary functions (especially when associated with colpofixation - Burch). When diagnosis and treatment are adequate and the surgical team has complete knowledge of the pelvic anatomy, we can affirm that ASP reaches its objective in the treatment of vaginal vault prolapse with excellent correction and minimum morbidity. en
dc.description.abstract OBJETIVO: avaliar o resultado da técnica da colpossacrofixação (CSF) para tratamento de pacientes que apresentaram prolapso de cúpula vaginal pós-histerectomia e que foram tratadas no período de 1995 a 2000. MÉTODOS: foram incluídas, retrospectivamente, 21 pacientes com prolapso de cúpula vaginal pós-histerectomia e correção prévia de cistocele e retocele. Foram analisados a idade, paridade, peso e índice de massa corpórea (IMC) o intervalo entre a histerectomia e o aparecimento do prolapso. A colpossacrofixação foi realizada em 15 pacientes, das quais se avaliaram o tempo cirúrgico, perda sangüínea e recidiva. As pacientes submeteram-se a CSF com ou sem interposição de prótese de material sintético entre a cúpula vaginal e o sacro. RESULTADOS: para 15 das 21 pacientes acompanhadas em nosso serviço, a técnica de CSF foi a de eleição. Em um caso houve dificuldade técnica intra-operatória e optou-se pela correção a Te Linde. A média de idade das pacientes foi de 63,7 (47 a 95 anos), paridade 4,6 e o IMC 26,9. A CSF foi realizada, em média, 18 anos após histerectomia total abdominal e 3 anos após histerectomia vaginal. O tempo cirúrgico médio foi de 2 horas e 15 minutos, sem necessidade de transfusão sanguínea. Não houve recidiva do prolapso ou dos sintomas pré-operatórios (seguimento de 1 a 5 anos). CONCLUSÕES: o tratamento cirúrgico do prolapso de cúpula vaginal pode ser realizado pela via vaginal (colpocleise ou fixação ao ligamento sacroespinhoso) e pela via abdominal (colpossacrofixação). Esta última apresenta a vantagem de restaurar o eixo vaginal preservando sua profundidade, o que, além de melhorar o prolapso, permite o restabelecimento das funções sexuais, intestinal e urinária (principalmente quando associada a colpofixação - Burch). Assim, quando o diagnóstico e tratamento são adequados e a equipe cirúrgica tem pleno conhecimento da anatomia pélvica, podemos afirmar que a CSF atinge seu objetivo no tratamento do prolapso de cúpula vaginal, com excelente correção e mínima morbidade. pt
dc.format.extent 705-709
dc.language.iso por
dc.publisher Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
dc.relation.ispartof Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia
dc.rights Acesso aberto
dc.subject Vaginal vault prolapse en
dc.subject Colposacrofixation en
dc.subject Surgery en
dc.subject Prolapso de cúpula vaginal pt
dc.subject Colpossacrofixação pt
dc.subject Cirurgia pt
dc.title Colpossacrofixação para correção do prolapso da cúpula vaginal pt
dc.title.alternative Abdominal sacropexy to repair vaginal vault prolapse en
dc.type Artigo
dc.contributor.institution Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.description.affiliation Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) Escola Paulista de Medicina Departamento de Ginecologia
dc.description.affiliationUnifesp UNIFESP, EPM, Depto. de Ginecologia
dc.identifier.file S0100-72032003001000002.pdf
dc.identifier.scielo S0100-72032003001000002
dc.identifier.doi 10.1590/S0100-72032003001000002
dc.description.source SciELO



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Name: S0100-72032003001000002.pdf
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