Transporte intra-hospitalar do paciente grave

Transporte intra-hospitalar do paciente grave

Título alternativo Intrahospitalar transport of critical patient
Autor Ferreira, Glaucia Maria Madeiro Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Estudo descritivo e relacional, realizado em uma Unidade de Terapia Intensiva de um hospital privado do Municipio de São Paulo, com amostra constituida de 35 pacientes submetidos a transporte intrahospitalar. Teve como objetivos caracterizar os pacientes quanto aos dados demograficos e condicoes clinicas -tipo de paciente, gravidade, suporte terapeutico e oscilacao dos parametros vitais; caracterizar o transporte quanto ao tipo, recursos humanos e materiais empregados, local de encaminhamento e duracao; identificar intercorrencias durante o transporte; relacionar a oscilacao dos parametros vitais com a gravidade do paciente; relacionar as possiveis intercorrencias, com a gravidade do paciente, com itens do suporte terapeutico, com o tipo de transporte e oscilacao dos parametros vitais. Na amostra estudada, a media de idade foi de 64,74 anos, 51,43 por cento eram homens e 48,57 por cento mulheres, 60 por cento eram pacientes clinicos e a media do escore de gravidade (APACHE 11) foi 18,51. Entre os suportes terapeuticos mais frequentes observou-se a presenca de acesso venoso em todos os pacientes, o suporte ventilatorio em 30 pacientes (85,71 por cento), a sonda vesical de demora em 22 (62,86 por cento), a via aerea artificial em 15 (42,85 por cento) e algum tipo de droga vasoativa em 14 (40 por cento). Dos parametros vitais mensurados, observou-se oscilacao estatisticamente significante na FR (p=0,025), PAM (p=0,001), PAS (p=0,001) e PAD (p=0,005), entre a medida de base e a obtida na chegada do paciente ao local de encaminhamento. A grande maioria (91,43 por cento) dos transportes foi do tipo eletivo e os pacientes foram com mais frequencia encaminhados para o setor de tomografia. A media de tempo de permanencia de pacientes for a da UTI foi de 60,60 minutos, com um tempo minimo de 20 minutos e no maximo de 190, e desvio padrao de 39,96 minutos. Os pacientes foram transportados sobretudo por dois (51,42%) ou tres(42,86%) profissionais, estando o auxiliar/tecnico de enfermagem presente em 100% do TIH, o medico em 33(94,28%) e o enfermeiro em apenas dois(5,71%). Entre os recursos materiais, o cilindro de oxigenio foi o mais presente no TIH (85,71%), seguido da bolsa de ressuscitacao manual. Do total de pacientes transportados 13(37,14%) tiveram algum tipo de intercorrencia ao longo do TIH. Nao houve relacao estatisticamente significantea(au)
Palavra-chave Transporte de Pacientes
Unidades de Terapia Intensiva
Terapia Intensiva
Cuidados de Enfermagem
Idioma Português
Data de publicação 2003
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2003. 108 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 108 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/19403

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