Baixos valores da densidade óssea do fêmur e dos parâmetros da ultra-sonometria óssea estão associados a maior risco de nova fratura por osteoporose e mortalidade em mulheres idosas

Baixos valores da densidade óssea do fêmur e dos parâmetros da ultra-sonometria óssea estão associados a maior risco de nova fratura por osteoporose e mortalidade em mulheres idosas

Título alternativo Low bone mineral density at the femur and calcaneus quantitative ultrasound are associated with higher risk of new osteoporotic fractire and mortality in elderly women: a 5-year analysis
Autor Pinheiro, Marcelo de Medeiros Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Szejnfeld, Vera Lucia Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Estudos transversais e prospectivos tem ressaltado associacao significativa entre medidas da massa ossea e risco de fratura. Entretanto, a relacao entre risco de nova fratura, mortalidade, densidade e ultra-sonometria ossea e controvertida e menos estudada. Objetivos: verificar o valor preditivo das medidas de massa ossea sobre o risco de nova fratura por osteoporose e morte em mulheres idosas, apos cinco anos da primeira avaliacao. Pacientes e Metodos: na primeira visita, 275 mulheres idosas foram avaliadas por meio de questionario sobre fatores de risco para fratura. Realizaram estudo radiologico da coluna vertebral, densitometria ossea da coluna lombar e femur e ultra-sonometria ossea de calcaneo. Apos cinco anos, 42 (15,3 por cento) mulheres morreram, 25 (9,1°/0) perderam o acompanhamento medico e 208 (75,6 por cento) continuaram o estudo. Nesse momento, questionarios especificos foram aplicados novamente bem como novo estudo radiologico da coluna toracica e lombar, a fim de identificar futura fratura. Causas de morte nessa populacao tambem foram avaliadas. Todos os relatos de morte foram confirmados pela revisao dos atestados de obito ou dos prontuarios medicos, e classificados de acordo com o CID-10. Resultados: apos ajustes estatisticos para idade, peso, IMC, tabagismo, fratura previa, atividade fisica, uso de medicacoes e presenca de doencas concomitantes, cada reducao de 1 desvio-padrao do indice stiffness, obtido na primeira visita, foi associado significativamente com futura fratura (HR = 2,23; IC 95 por cento 1,30-3,83) e mortalidade geral (HR = 1,57; IC 95 por cento 1,1-2,47). Densidade ossea do colo do femur e trocanter tambem se associaram a nova fratura (HR = 2,01; IC 95 por cento 1,27-3,18 e HR = 1,62; IC 95 por cento 1,08-2,42, respectivamente) e mortalidade geral (HR = 1,44; IC 95 por cento 1,06-2,22 e HR = 1,59; IC 95 por cento 1,07-2,36, respectivamente). Mortalidade cardiovascular associou-se a baixa densidade ossea femoral (HR = 1,28; IC 95 por cento 1,08-2,26) e baixos valores do indice stiffness (HR = 1,54; IC 95 por cento 1,08- 2,79). Nao observamos qualquer relacao significativa entre medidas de massa ossea e mortalidade por cancer ou relacionada a doencas pulmonares e infecciosas. Conclusoes: nossos resultados demonstram que baixa densidade ossea do femur e baixos valores do indice stiffness sao capazes de predizer o risco de nova fratura e estao relacionados a mortalidade geral e cardiovascular, independentemente da idade, peso, comorbidade e habitos de vida
Palavra-chave Fatores de risco
Osteoporose
Fraturas ósseas/ultrassonografia
Mortalidade
Densidade óssea
Idioma Português
Data de publicação 2004
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2004. 123 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 123 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/18935

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