O impacto da dor e da incapicidade funcional no sono de pacientes com artrite reumatoide juvenil poliarticular

O impacto da dor e da incapicidade funcional no sono de pacientes com artrite reumatoide juvenil poliarticular

Título alternativo The imapct of pain and dysfunction in sleep of children with polyarticular juvenile idiopathic arthritis
Autor Barbosa, Cassia Maria Passarelli Lupoli Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Objetivo: Pacientes com ARJ diferem, nao so na apresentacao clinica da doenca ou na atividade inflamatoria, mas tambem em termos de sintomas de dor e incapacidade funcional. O proposito desse estudo controlado foi investigar o impacto dos aspectos clinicos da ARJ poliarticular sobre o sono. Metodos: Vinte e um pacientes com ARJ poliarticular, selecionados consecutivamente, foram submetidos a um questionario sobre o sono, avaliacao do comprometimento funcional (CHAQ< ACR), da limitacao articular (EPM-ROM pediatrica), avaliacao global dos pais e do medico e a uma escala de dor. O estudo polissonografico noturno foi realizado apos uma noite de adaptacao, analisado de forma cega e realizada a analise espectral para quantificacao da atividade alfa nos sono de ondas lentas. Os resultados foram comparados com 20 controles saudaveis, pareados quanto a Idade aos pacientes. Resultados: Embora nao se tenha observado diferenca significante entre os grupos com relacao as queixas, a polissonografia mostrou evidente fragmentacao do sono nos pacientes com ARJ, com aumento da vigilia apos iniciado o sono (WASO) ) (p<0,001), nos indices de movimentos periodicos de membros (PLM) (p=0,02), e de movimentos isolados de membros (LM), despertares breves, assim como atividade alfa no sono NREM(p<0,01, todos). Entre os pacientes com ARJ, as alteracoes de sono mais frequentes foram o aumento de WASO naqueles com maior comprometimento funcional (pelo CHAQ) (p=0,04); atividade alfa no sono NREM; em pacientes com queixa de dor (p<0,001); naqueles com mais que 4 articulacoes inflamadas (p=0,02) e naqueles com EPM=ROM >1 (p+0,03), diferencas de movimentos isolados de membros, foram mais observados entre os pacientes mais comprometidos (CHAQ e EPM=ROM), p<0,05 e naqueles que referiam rigidez matinal (p,0,001). Correlacao substancial foi verificada com rigidez matinal e PLM ou LM (Sr=0,75 e Sr=0,74, p<0,001, ambos), assim como entre maior dor e atividade alfa no sono NREM (Sr=0,74, p<0,001). Conclusao: A dor e a limitacao tem um importante papel nas anormalidades do sono em pacientes com ARJ poliarticular em atividade
Palavra-chave Artrite Juvenil
Polissonografia
Sono
Dor
Idioma Português
Data de publicação 2004
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2004. 101 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 101 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/18775

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