Efetividade da adoção de um protocolo conservador para reduzir a necessidade de transfusões de hemácias em recém-nascidos de muito baixo peso

Efetividade da adoção de um protocolo conservador para reduzir a necessidade de transfusões de hemácias em recém-nascidos de muito baixo peso

Título alternativo Effectiveness of a conservative protocol to reduce the need of red blood cells transfusions in very low birthweight infants
Autor Santos, Amelia Miyashiro Nunes dos Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Guinsburg, Ruth Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Objetivos: Avaliar a efetividade da Introdução de um protocolo conservador de indicacoes de transfusoes de hemacias na reducao das mesmas, em prematuros de muito baixo peso (RNMBP) nascidos em sete Unidades Neonatais da Rede Publica do Municipio de São Paulo, e determinar os fatores de risco associados a necessidade, ao numero e ao volume de transfusoes de hemacias nessa populacao. Metodo: Estudo coorte prospectivo realizado em duas fases. Fase 1 (01/07/00 a 15112/00): periodo no qual as indicacoes para as transfusoes de eritrocitos nao eram uniformes. Fase 2 (16/01/01 a 15/10/01): periodo no qual foi introduzido um protocolo conservador de indicacoes de transfusoes nas unidades neonatais estudadas, modificado de Shannon et al (1995). Foram incluidos apenas RNMBP com idade gestacional < 37 semanas, sendo coletados dados demograficos, hematimetricos, de espoliacao sanguinea e de transfusoes de hemacias. Resultados: Os 149 pacientes da Fase 1 apresentaram caracteristicas demograficas, de morbidade e mortalidade similares aos 196 neonatos da Fase 2. A espoliacao sanguinea ate a alta foi 30 mukg nos dois periodos. Apos a implantacao do protocolo conservador houve reducao de 10 por cento na porcentagem de pacientes transfundidos (Fase 1: 76,5 por cento; Fase 2: 68,9 por cento), de uma transfusao no numero mediano de transfusoes por neonato (Fase 1: 2; Fase 2: 1), de 0,5 transfusao no numero medio de transfusoes por prematuro (Fase 1: 3,0 n 3,6; Fase 2: 2,5 n 3,4) e de 6,9 mL/kg no volume de hemacias transfundido por prematuro incluido no estudo (Fase 1: 38,0 n 46,8; Fase 2: 31,1 n 42,0). Os fatores de risco associados a maior necessidade de receber pelo menos uma transfusao de eritrocitos foram: espoliacao sanguinea, dias de ventilacao mecanica e fase do estudo. Nascei na Fase 1 foi fator de risco para transfusoes: OR 1,908 (IC95 por cento: 1,015 a 3,588). Os fatores associados ao maior numero e volume de transfusoes de hemacias entre os que sobreviveram ate a alta hospitalar foram: espoliacao sanguinea (p<0,001), tempo de ventilacao mecanica (p<0,001), tempo de internacao (p<0,001) e pertencer a Fase 1 da pesquisa (p=0,006). O maior peso ao nascer associou-se ao maior numero de transfusoes, mas nao ao volume de hemacias transfundido. Cada paciente que nascer. na Fase 2 e sobreviveu ate a alta recebeu 0,414 (IC95 por cento: 0,123 a 0,706) transfusoes a menos e 5,580 (IC95 por cento: 1,607 a 9,554) mL/kg de volume transfundido a menos que...(au)
Palavra-chave Recém-nascido
Prematuro
Anemia
Transfusão de sangue
Idioma Português
Data de publicação 2003
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2003. 303 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 303 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/18666

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