Evolucao de pacientes com insufiCiência renal aguda submetidos a tratamento nao-dialitico e dialitico em unidade de terapia intensiva

Evolucao de pacientes com insufiCiência renal aguda submetidos a tratamento nao-dialitico e dialitico em unidade de terapia intensiva

Título alternativo Evolution of acute renal failure patients submitted to non-dialytic and dialytic treatment in intensive care unit
Autor Bernardina, Lucienne Dalla Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Introdução: Apesar dos avancos tecnologicos, a taxa de mortalidade em pacientes com insufiCiência renal aguda (IRA), internados em unidades de terapia intensiva (UTI) se mantem elevada. Objetivo: Avaliar a evolucao clinica de pacientes com IRA submetidos a tratamento nao-dialitico e dialitico em UTI.' Metodo: Trata-se de um estudo prospectivo, de coorte controlado. No periodo agosto de 2001 a marco de 2002, foram incluidos no estudo pacientes adultos (idade > 18 anos) com elevacao da creatinina serica > 1,5 mg/dl, admitidos na UTI de um hospital privado do Municipio de São Paulo. Os pacientes foram divididos de acordo com o tipo de tratamento a que foram submetidos (nao-dialitico e dialitico), foram identificadas as co-morbidades destes pacientes, os eventos clinicos e ou cirurgicos, tipo de terapia de substituicao renal, tempo de permanencia no estudo, avaliacao laboratorial e destino do paciente (alta ou obito) e causa de obito. Resultados: Foram incluidos no estudo 70 pacientes, sendo que 51 (72,9 por cento) foram submetidos a tratamento nao-dialitico e 19 (27,1 por cento) ao dialitico. Em ambos os grupos, predominou a co-morbidade cardiovascular (60,0 por cento). A maioria (88,2 por cento) dos pacientes com IRA foi tratada nas primeiras 48 horas de internacao na UTI. No inicio do tratamento a creatinina serica foi significantemente maior no grupo dialitico (p=0,001), porem nao se verificou diferenca deste valor na alta ou obito em ambos os grupos. O risco relativo de morte foi 26 por cento maior no grupo dialitico. Nos pacientes submetidos a hemodiafiltracao, a mortalidade foi maior do que nos tratados com hemodialise intermitente (p=0,01). Conclusoes: A co-morbidade mais frequente foi a de origem cardiovascular em ambos os grupos. Os eventos mais frequentes associados a IRA foram os cardiovasculares e infecciosos nos grupos estudados, sendo que os eventos pulmonares e metabolicos foram significantemente maior no grupo nao-dialitico. A principal causa de morte no grupo dialitico foi a insufiCiência de multiplos orgaos e insufiCiência respiratoria no grupo nao-dialitico
Palavra-chave Lesão Renal Aguda
Unidades de Terapia Intensiva
Evolução Biológica
Mortalidade
Diálise
Idioma Português
Data de publicação 2003
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2003. 81 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 81 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/18438

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