Estresse oxidativo em portadores de doenca pulmonar obstrutiva cronica usuarios e nao usuarios de oxigenoterapia domiciliar

Estresse oxidativo em portadores de doenca pulmonar obstrutiva cronica usuarios e nao usuarios de oxigenoterapia domiciliar

Título alternativo Oxidative stress in patients with chronic onstrutive pulmonary disease making and not making use of long term oxygen therapy
Autor Silva, Camille Rodrigues da Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo A doenca pulmonar obstrutiva cronica' (DPOC) apresenta morbimortalidade crescente no mundo, sendo sem duvida o tabagismo seu fator causal mais importante. Nas ultimas decadas, tem-se concentrado esforcos no estudo da fisiopatologia da DPOC, sendo que a inflamacao neutrofilica e o estresse oxidativo tem sido responsabilizados como fatores desencadeadores e propagadores das lesoes moleculares e estruturais pulmonares da doenca. As especies reativas toxicas do oxigenio (ERTO) sao substancias formadas a partir do oxigenio molecular e apresentam-se como moleculas reativas capazes de promover instabilidade quimica ao seu redor, quando presentes. As ERTO e outros radicais livres, quando presentes em excesso no organismo humano, sao capazes de produzir lesao celular, gerando dano ou estresse oxidativo. 0 objetivo deste trabalho foi comparar o estresse oxidativo em portadores de DPOC grave, usuarios e nao usuarios de oxigenoterapia domiciliar prolongada (ODP). Sabendo que a administracao de oxigenio potencializa a liberacao de ERTO e a administracao de ODP, quando corretamente indicada, promove melhora na qualidade e sobrevida destes pacientes, avaliamos os danos oxidativos presentes na administracao aguda do oxigenio e as diferencas entre os grupos de pacientes estudados. Foram estudados 32 pacientes, sendo 19 nao usuarios de ODP (17 homens; 2 mulheres) e 13 usuarios de ODP (11 homens; 2 mulheres). Os grupos estudados eram semelhantes, sendo o grupo usuarios de ODP um pouco mais jovem (61,3 n 13,2; vs 68,6 n 7,3 anos; p=0,053), alem do grupo usuario de ODP apresentar volume expiratorio forcado no primeiro segundo (VEF,) pior (0,86 n 0,3; vs 1,11 n 0,3 L; p<0,05), e maior deficit de trocas gasosas (54,7 n 9,7; vs 72,1 n 10,1 mmHg; p<0,05). Nao houve diferenca no indice de massa corporea (IMC), tabagismo pregresso ou anos sem fumar entre os grupos. Avaliamos o estresse oxidativo atraves de dosagem serica dos...(au)
Palavra-chave Estresse Oxidativo
Pneumopatias Obstrutivas
Oxigenoterapia
Idioma Português
Data de publicação 2003
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2003. 74 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 74 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/18420

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