Espondilodiscites sépticas: diagnóstico e tratamento

Espondilodiscites sépticas: diagnóstico e tratamento

Título alternativo Septic spondylodiscitis: diagnosis and treatment
Autor Leal, Francisco Sérgio C. Barros Autor UNIFESP Google Scholar
Tella Jr., Oswaldo Inácio de Autor UNIFESP Google Scholar
Bonatelli, Antônio de Pádua Furquim Autor UNIFESP Google Scholar
Herculano, Marco Antonio Autor UNIFESP Google Scholar
Aguiar, Paulo Henrique Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo We studied retrospectively 24 patients with septic discitis of different etiologies (hematogenic, primary and infantile) and the different aspects involved in its diagnosis and treatment. Erythrocyte sedimentation rate proved to be a valuable parameter and should always be interpreted carefully along with the clinical and neuroimaging findings. Biopsies should be reserved for doubtful cases with atypical course. Clinical treatment should be initiated after the following situations have been ruled out: sepsis, neurological deficit, severe deformity, epidural abscess and foreign body (primary disease). The surgical approach may be chosen based on the stage of disease, being preferably posterior in suppurative forms and anterior in the non-suppurative stage. Based on our experience and on information gathered by literature review, we propose an algorithm to guide diagnosis and treatment in patients with septic discitis.

Estudamos retrospectivamente 24 pacientes com espondilodiscite séptica de diferentes etiologias (hematogênica, primária e infantil) e os diferentes aspectos envolvidos em seu diagnóstico e tratamento. Constatamos que a velocidade de hemossedimentação é um bom parâmetro laboratorial para acompanhar a evolução da doença, mas deve ser sempre interpretada conjuntamente com o quadro clínico e os achados de neuroimagem. Biópsias devem ser reservadas para os casos de diagnóstico duvidoso e o tratamento clínico realizado sempre que afastadas as seguintes condições: sepse, déficit neurológico, deformidade severa, abscesso epidural e corpo estranho (discite primária). A abordagem cirúrgica deve ser planejada levando em conta o estágio da doença, sendo preferencialmente por via posterior nas fases supurativas e anterior nas demais. Baseados em nossa experiência e em revisão da literatura, propomos um algoritmo para orientar o diagnóstico e o tratamento das espondilodiscites sépticas.
Palavra-chave septic discitis
septic spondilodiscitis
vertebral osteomyelitis
discite séptica
espondilodiscite séptica
osteomielite vertebral
Idioma Português
Data de publicação 2003-09-01
Publicado em Arquivos de Neuro-Psiquiatria. Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO, v. 61, n. 3B, p. 829-835, 2003.
ISSN 0004-282X (Sherpa/Romeo)
Publicador Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO
Extensão 829-835
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0004-282X2003000500023
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S0004-282X2003000500023 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/1839

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Nome: S0004-282X2003000500023.pdf
Tamanho: 186.9KB
Formato: PDF
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