Contribuição ao estudo dos disrafismos espinais císticos cervicais e torácicos altos com proposta de classificação

Contribuição ao estudo dos disrafismos espinais císticos cervicais e torácicos altos com proposta de classificação

Título alternativo Contribuition to the study of the cervical and upper thoracic cystic spinal dysraphisms with proposal to classification
Autor Salomão, José Francisco Manganelli Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Cavalheiro, Sérgio Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Objetivo: Apresentar uma casuistica de portadores de disrafismos espinhais cisticos cervicais e toracicos altos, discutir seus diversos aspectos, em especial as diferencas com as mielomeningoceles; discutir as denominacoes utilizadas e propor uma classificacao baseada no conteudo do cisto Metodos: Estudo retrospectivo de 16 casos operados no Instituto Fernandes Figueira (M.S.-Fiocruz, Rio de Janeiro), Escola Paulista de Medicina (UNIFESP) e Hospital das Clinicas (USP). Resultados: Todos os pacientes foram operados e o intervalo entre o nascimento e a intervencao cirurgica variou entre 6h e nove meses. O achado mais frequente, em treze casos, foi uma haste de tecido, mais ou menos vascularizado, que conectava a superficie posterior da medula ao revestimento do saco. Nos tres casos restantes, identificaram-se mielocistoceles. Uma paciente veio a falecer. Os demais nao apresentaram intercorrencias pos-operatorias. Seis pacientes (37,5 por cento) desenvolveram hidrocefalia que necessitasse tratamento cirurgico e quatro eram portadores da malformacao de Chiari do tipo li. Seis pacientes tinham hidromielia. Quinze pacientes estao sendo regularmente acompanhados. Dois foram reoperados, um deles devido a ancoramento medular por remanescente da haste. Os achados histopatologicos foram de tres tipos: hastes neurogliais, hastes fibrovasculares e mielocistoceles. Conclusoes: Disrafismos espinhais cisticos cervicais e toracicos sao raros diferem das mielomeningoceles em suas caracteristicas clinicas e estruturais. As denominacoes a eles atribuidas sao, na maioria dos casos, inadequadas, de modo que o autor propoe chama-los, genericamente, Disrafismos Espinais Cisticos Cervicais e Toracicos Altos (DECCT). O autor propoe uma classificacao, de acordo com os achados no interior do cisto: o Tipo I incluiria os disrafismos com haste; o Tipo li, as mielocistoceles e o Tipo III, as meningoceles verdadeiras, desprovidas de qualquer estrutura no interior do cisto
Palavra-chave Meningomielocele
Disrafismo espinal
Meningocele
Espinha bífida cística
Idioma Português
Data de publicação 2002
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2002. 78 p. ilus.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 78 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/18335

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