Avaliação da função esfincteriana uretral pela pressão de perda, perfil pressórico uretral, uretrocistoscopia e ultrassonografia do colo vesical

Avaliação da função esfincteriana uretral pela pressão de perda, perfil pressórico uretral, uretrocistoscopia e ultrassonografia do colo vesical

Título alternativo Evaluation of urethral sphincter function by loss pressure, urethral pressor profile, urethrocystoscopy and bladder neck ultrasound
Autor Suguita, Mauro Akira Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Girão, Manoel João Batista Castello Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo OBJETIVOS: Propomos, no presente estudo, a avaliar a pressao de perda, a pressao maxima fechamento uretral, a uretrocistoscopia e o ultrassom do colo vesical, em pacientes com alto risco para defeito esfincteriano uretral, assim como relaciona-los com dados clinicos. CASUISTICA E METODOS: Foram selecionadas 85 pacientes com incontinencia urinaria de esforco, atendidas no Setor de Uroginecologia e Cirurgia Vaginal do Departamento de Ginecologia da UNIFESP- Escola Paulista de Medicina, com uma ou mais cirurgias previas para correcao de incontinencia urinaria, com radioterapia pelvica ou que apresentassem quadro clinico compativel com defeito esfincteriano uretral. Todas submeteram-se a anamnese, com graduacao da severidade da incontinencia urinaria, conforme classificacao SEAPI-QMN (RAZ, 1996). Procedeu-se ao perfil uretral, conforme descricao de BROWN e WICKHAM (1969); para tanto, utilizou-se cateter de fluxo numero 8, estado a paciente em posicao ginecologica e com a bexiga cheia. A medida da pressao de perda (PP) foi realizada com volume vesical de 200 ml, em posicao sentada. Caso nao ocorresse perda com a manobra de Valsalva, solicitou-se que a paciente tossisse. Repetia-se o procedimento de tres a cinco vezes, e os valores eram analisados. Em todas pacientes realizou-se a ultrassonografia do colo vesical, com medida da abertura do colo e o seu grau de mobilidade ao esforco, estando a paciente com a bexiga repleta e em posicao ginecologica. Foi utilizado transdutor transvaginal, em posicao sub-clitoridiana, proxima ao meato uretral externo. Na uretrocistoscopia avaliaram-se a abertura, mobilidade e o pregueamento da mucosa uretral e do colo vesical. As pacientes foram agrupadas, conforme o valor da pressao de perda, a severidade da incontinencia urinaria de esforco (subjetivo), o numero de cirurgias previas para correcao da IUE e a mobilidade do colo vesical. Em todos os subgrupos analisaram-se as variaveis idade, paridade, indice de massa corporea, numero de cirurgias previas para correcao da incontinencia urinaria, grau subjetivo de incontinencia urinaria, residuo pos-miccional. volume intravesical no primeiro desejo miccional, capacidade vesical maxima, pressao maxima de fechamento uretral, comprimento funcional da uretra, estado menopausal, mobilidade do colo vesical, presenca da abertura e mobilidade do colo vesical. RESULTADOS: Nas pacientes com pressao de perda menor que...(au)
Palavra-chave Incontinência Urinária por Estresse
Urografia
Incontinência Urinária/ultrassonografia
Urinary Incontinence, Stress
Urography
Urinary Incontinence/ultrasonography
Idioma Português
Data de publicação 2001
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2001. 88 p. ilus. ,tab.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 88 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/18041

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