Hiperosmolaridade crônica em linhagens celulares representativas de diferentes porcões do néfron

Hiperosmolaridade crônica em linhagens celulares representativas de diferentes porcões do néfron

Título alternativo Chronic hyperosmolarity in cell lines representative from different nefron portions
Autor Silva, Ronaldo Goncalves da Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Santos, Oscar Fernando Pavão dos Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo A capacidade de concentracao urinaria ao nascimento e baixa. O rim humano alcanca a capacidade adulta em aproximadamente 18 meses de idade, enquanto o rim do rato, a 6 semanas de idade. O sistema de contra-corrente renal, responsavel pelo gradiente osmotico axial cortico-medular, que e a base da concentracao urinaria, continua a se desenvolver (aumentar) no periodo pos-natal. O processo de criacao da urina concentrada requer que as celulas da medula interna renal sobrevivam e funcionem em altas concentracoes de NaCI e ureia. As celulas da medula interna enfrentam rapidas flutuacoes na osmolaridade, que pode alcancar menos de 100mOsm durante condicoes de diluicao maxima e mais de 3000mOsm durante a desidratacao em roedores. Estas mudancas excepcionais nas concentracoes de NaCI e ureia causam profundas alteracoes nas funcoes celulares, tal como reducao do volume celular, aumento na forca ionica intracelular e inibicao do processo biossintetico. Para sobreviver em um meio tao hostil, as celulas da medula interna renal desenvolveram um programa especializado que as tornam capazes de adaptarem-se ao meio hiperosmotico. Este programa envolve a ativacao de transducao de sinal de kinases, sintese de heat shock proteins (Hsps) e acumulo de osmois organicos compativeis, que restabelecem o volume intracelular e reduzem a forca ionica. Este estudo avaliou a adaptacao a hiperosmolaridade e expressao de Hsp70 em diferentes linhagens celulares de porcoes do nefron distintas, e comparou com celulas da medula interna ducto coletor (mIMCD 3). Celulas representativas de tubulo proximal (LLC-PK1), tubulo distal (MDCK) e mesangio (CMI) foram gradativamente adaptadas ate alcancar altas osmolaridades (760-lO6OmOsm) pela suplementacao do meio de cultura com NaCI e ureia equimolares. Alem disso, avaliamos a resistencia das celulas cronicamente adaptadas frente a estresses adicionais (H202, cisplatina e ciclosporina A) comparando as celulas mantidas em meio isotonico. Encontramos in vitro, um gradiente de adaptacao osmolar similar ao observado in vivo...(au)
Palavra-chave Estresse Fisiológico
Técnicas de Cultura de Células
Proteínas de Choque Térmico
Tolerância a Medicamentos
Idioma Português
Data de publicação 2002
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2002. 71 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 71 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/18038

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