Dopplervelocimetria dos vasos peri-uretrais de mulheres na pós-menopausa com incontinência urinaria de esforço, antes e durante o uso de estrogenioterapia intravaginal

Dopplervelocimetria dos vasos peri-uretrais de mulheres na pós-menopausa com incontinência urinaria de esforço, antes e durante o uso de estrogenioterapia intravaginal

Título alternativo Doppler velocimetry of periuethral vassels of postmenopausal women with stress urinary incontinence, before and during intravaginal estrogen therapy
Autor Kobata, Silvia Aiko Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Sartori, Marair Gracio Ferreira Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo A incontinencia urinaria de esforco, embora seja uma afeccao bastante frequente, apresenta etiologia multifatorial e ainda nao totalmente esclarecida. Sua fisiopatologia envolve alteracoes nos tecidos de suporte que estabilizam a uretra na posicao anatomica correta e/ou disfuncoes que resultam em defiCiência uretral intrinseca. Na pos-menopausa, os disturbios urogenitais decorrem, provavelmente, da combinacao do envelhecimento fisiologico dos tecidos com o hipoestrogenismo cronico. 0 hipoestrogenismo que ocorre apos a menopausa tem sido sugerido como um dos fatores responsaveis pelo desenvolvimento da incontinencia urinaria de esforco, ao reduzirem o numero de vasos peri-uretrais localizados na camada submucosa e os receptores alfa-adrenergicos da musculatura lisa uretral, e em decorrencia da atrofia da mucosa uretral e dos musculos do assoalho pelvico, alem das alteracoes no colageno da regiao peri-uretral. Os estrogenios podem beneficiar todas essas estruturas, levando a melhora expressiva dos sintomas. Interessou-nos, neste trabalho, estudar pela dopplervelocimetria dos vasos peri-uretrais, os efeitos de tres tipos de estrogenio por via intravaginal habitualmente prescritos para o tratamento dos sintomas urogenitais. Selecionamos, para o estudo, 51 mulheres na pos-menopausa com incontinencia urinaria de esforco. Essas pacientes foram divididas em tres grupos, conforme o tipo de estrogenio recebido: grupo I, composto por 17 pacientes que usaram estrogenios conjugados equinos; grupo li, constituido por 16 pacientes que usaram estriol e grupo III, formado por 18 pacientes que usaram promestrieno...(au)
Palavra-chave Incontinência urinária por estresse
Pós-menopausa
Terapia de reposição de estrogênios/métodos
Administração intravaginal
Idioma Português
Data de publicação 2002
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2002. 96 p. ilustab.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 96 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/18004

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