Avaliacao do polimorfismo genetico para MTHFR(metileno tetrahidrofolato redutase) e sua correlacao com os niveis de homocisteina em pacientes com doenca arterial coronariana - Recife - Brasil

Avaliacao do polimorfismo genetico para MTHFR(metileno tetrahidrofolato redutase) e sua correlacao com os niveis de homocisteina em pacientes com doenca arterial coronariana - Recife - Brasil

Título alternativo Determine the termolabile MTHF=reductase(metilene thetrahideofolate reductase) polymorphism, correlate with homocysteine plasma levels and others risk factors for CAD(coronary artery disease)
Autor Muniz, Maria Tereza Cartaxo Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Objetivo: Determinar o polimorfismo para a MTHF-redutase termolabil em pacientes com doenca arterial coronariana (DAC) na cidade do Recife, e correlacionar com os niveis plasmaticos de homocisteina e outros fatores de risco para DAC. Metodos: Foram determinados os niveis plasmaticos de homocisteina atraves de cromatografia liquida de alta resolucao com deteccao fluorimetrica, de acido folico atraves de quimioluminescencia, perfil lipidico por metodo enzimatico, polimorfismo para MTHFredutase atraves de PCR e atividade de MBL atraves de ELISA, de um grupo de 108 individuos aparentemente normais e 93 pacientes portadores de DAC documentada (doenca arterial coronariana documentada atraves de cateterismo). Resultados: os grupos, sao homogeneos com respeito a frequencia do genotipo AA(CC), AV(CT) e W(TT) da MTHF-redutase. A analise de homocisteina e folato revelou que o grupo de pacientes diferiu significativamente do grupo controle (p=0,05). O coeficiente de correlacao de Pearson revelou uma forte correlacao entre colesterol total e LDL-c em pacientes e controles, (67 por cento e 70 por cento, respectivamente). 72 por cento dos pacientes avaliados apresentavam niveis de homocisteina entre 9 e 12mmol/L ou acima deste valor comparados a 32 por cento dos controles nesta mesma faixa de valores. Entretanto o polimorfismo genetico TT nao foi correlacionado com a homocisteina. No que se refere ao folato,53 por cento dos pacientes apresentaram valores entre 1,0 e 5,5 ng/mL diferentemente dos individuos aparentemente normais onde 25 por cento estavam dentro desta mesma faixa. A analise da atividade de MBL revelou nao existir diferenca significativa entre pacientes e controles. Conclusoes: Os resultados indicam que a homocisteina e uma fator de risco para DAC, pois apesar da media da homocisteina estar dentro dos limites normais para o metodo utilizado, <12mmol/L, existe diferenca significativa entre pacientes e controles. O polimorfismo para MTHF-redutase nao apresenta correlacao com os niveis de homocisteina, bem como, que o folato interfere nos niveis de homocisteina. Os resultados referentes a atividade de MBL no soro indicam que a amostra de pacientes nao apresenta diferenca estatisticamente significante em relacao aos controles
Palavra-chave Polimorfismo Genético
Homocisteína
Doença das Coronárias
Idioma Português
Data de publicação 2002
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2002. 68 p. ilustab.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 68 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/17955

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