Efeito da estimulação magnética perineal no tratamento da incontinência urinária da mulher

Efeito da estimulação magnética perineal no tratamento da incontinência urinária da mulher

Título alternativo Effect of perineal magnetic stimulation on treatment of women urinary incontinence
Autor Almeida, Fernando Goncalves de Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Bruschini, Homero Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo A estimulacao magnetica perineal (EMP) para o tratamento da incontinencia urinaria feminina surgiu recentemente como uma alternativa nao invasiva. EMP induz uma despolarizacao dos nervos do assoalho pelvico gerando contracao da musculatura da regiao, sem os incovenientes e, supostamente, com eficacia semelhante a estimulacao eletrica. Como a EMP e uma modalidade de tratamento recente, existem poucos estudos clinicos relacionados ao seu uso. Realizamos um estudo clinico prospectivo com 91 mulheres com incontinencia urinaria demonstravel, O tratamento consistia de l6 sessoes de 20 minutos de EMP, sendo 10 minutos de estimulacao a baixa frequencia (5Hz) e 10 minutos de estimulacao a alta frequencia (50Hz), com intervalo minimo de 36 horas entre as aplicacoes. A avaliacao dos resultados foi realizada em duas etapas consecutivas e programadas, a primeira com 50 pacientes e a segunda com 41 pacientes. Nas duas etapas as pacientes foram avaliadas antes e apos o tratamento, atraves de uma completa historia clinica, do exame fisico e do preenchimento de um diario miccional de 3 dias consecutivos e de um escore de qualidade de vida especifico para incontinencia urinaria que variava de 22 a 110. Na segunda etapa acrescentamos o estudo urodinamico completo antes e apos o tratamento. O estudo urodinamico antes do tratamento mostrou 24(58,5 por cento) mulheres com incontinencias urinaria pura de esforco(IUE) e 17(41,5 por cento) pacientes com incontinencia urinaria mista ou hiperatividade detrusora pura. As ultimas foram divididas em 2 grupos: Grupo I - Nove (22 por cento) mulheres com IUE e contracao vesical involuntaria parcialmente inibida sem perdas urinarias e Grupo II - Oito (19,5 por cento) mulheres com forte contracao involuntaria levando a perda urinaria. A analise dos resultados da primeira etapa revelou um aumento medio no escore de qualidade de vida de 39 por cento (p<0,001), uma diminuicao no numero de absorventes utilizados por dia de 42 por cento (p<0,001) e uma diminuicao no numero de perdas de 60 por cento (p<0,001). A avaliacao urodinamica apos o tratamento mostrou um aumento 36 por cento no volume medio do primeiro desejo miccional (p=0,0024) e 17,7 por cento no volume medio do desejo normal de miccao (p=0,005). O aumento medio napressao de perda foi 24 por cento (p=0,001). Dez mulheres tornaram-se secas(24 por cento). Todas pacientes que tornaram-se secas apresentavam pressao de perda antes do tratamento maior que 80cm de H2O. Sete pacientes ...(au)
Palavra-chave Incontinência urinária
Estimulação elétrica
Diafragma da pelve
Idioma Português
Data de publicação 2001
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2001. 79 p. tab.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 79 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/17207

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