Esofagectomia trans-hiatal no tratamento do megaesôfago chagásico avançado

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dc.contributor.author Batista Neto, João [UNIFESP]
dc.contributor.author Fontan, Alberto Jorge
dc.contributor.author Nepomuceno, Marcos Da Costa
dc.contributor.author Lourenço, Laércio Gomes [UNIFESP]
dc.contributor.author Ribeiro, Laércio Tenório
dc.contributor.author Ramos, Carmen Pereira
dc.date.accessioned 2015-06-14T13:30:00Z
dc.date.available 2015-06-14T13:30:00Z
dc.date.issued 2003-06-01
dc.identifier http://dx.doi.org/10.1590/S0100-69912003000300011
dc.identifier.citation Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões. Colégio Brasileiro de Cirurgiões, v. 30, n. 3, p. 230-237, 2003.
dc.identifier.issn 0100-6991
dc.identifier.uri http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/1714
dc.description.abstract BACKGROUND: To analize the clinical results, radiologic and endoscopic findings of the transhiatal esophagectomy on Chaga's disease megaesophagus. METHODS: A retrospective study was performed from 1982-2000. Twenty-eight chagasic patients, sixteen female and twelve male, were treated at the General Surgery Service of Hospital da Universidade Federal de Alagoas. The disease was diagnosed by serologic trials and epidemiological or anatomopathological information. Variables studied were: a) pre and postoperative surgery patients complaints as dysphagia, regurgitation, pyrosis, diarrhea, dumping, postprandial fullness, pneumonia and weight status; b) post surgery X Rays series (upper GI) evaluation of the cervical esophagogastric anastomosis and the transposed stomach; c) post surgery endoscopic evaluation to analyze the esophagus stump and the anastomotic suture. The follow-up quantitative variable was expressed by medium and error pattern. The Chi-square test was applied to the dysphagia, regurgitation and pyrosis resolution variables considering p<0,05 values significant. The qualitative variables by percentage and the trusting interval calculated within 95% (IC-95%), with the EpiInfo software. RESULTS: Mean follow-up was 58,2 months (from to 4 - 192). Mean age was 36,5 years (from to 16-67). There was no mortality in this series. There was complete resolution of dysphagia in the majority of the patients (21/28 - 71,4%, p<0,05); 7/28 (25%) needed one or more dilatation sessions. Pyrosis was the most important late follow-up symptom (35,7%) and stump esophagitis the most significant endoscopic finding. The majority of X Rays studies findings were normal. CONCLUSIONS: Transhiatal esophagectomy was efficient to the treatment of chagasic megaesophagus dysphagia however the morbidity was high (78,6%). The mortality in this series was none. en
dc.description.abstract OBJETIVO: Avaliar os resultados da esofagectomia trans-hiatal no tratamento do megaesôfago chagásico avançado. MÉTODO: Foram estudados retrospectivamente 28 pacientes portadores de megaesôfago chagásico avançado (MCA), graus III e IV, segundo a classificação radiológica de Rezende (adotada pela Organização Mundial de Saúde), e que foram submetidos à esofagectomia subtotal trans-hiatal no Serviço de Clínica Cirúrgica do Hospital Universitário Prof. Alberto Antunes (HUPAA) da Universidade Federal de Alagoas, entre 1982 e 2000. Foram analisadas, as seguintes variáveis: A) Queixas clínicas pré-operatórias versus as pós-operatórias (disfagia, regurgitação, pirose, diarréia, dumping, plenitude pós-prandial, pneumonia e o estado ponderal). B) avaliação radiológica pós-operatória da boca anastomótica esofagogástrica cervical e do estômago transposto. C) avaliação endoscópica pós-operatória do coto esofágico e da boca anastomótica. RESULTADOS: O seguimento variou de 4 a 192 meses, média de 58,18 meses. Dezesseis pacientes eram do sexo feminino e 12 masculinos. Idade mínima de 16 e máxima de 67 anos, média de 36,5 anos. Não houve mortalidade nesta série. Houve resolução plena da disfagia na maioria dos pacientes (20/28 - 71,4%), um (3,6%) referiu disfagia leve que não necessitou tratamento e 7/28 (25%) necessitaram de uma ou mais sessões de dilatação. Nenhum necessitou de dilatação permanente. A pirose foi o sintoma mais importante no seguimento tardio (35,7%), seguida da regurgitação (25%), diarréia (14,3%), plenitude pós-prandial (10,7%) e dumping (3,6%). Houve ganho ponderal em 87,5% dos pacientes avaliados. A esofagite no coto esofágico foi o achado endoscópico mais significativo (46,4%). O esôfago de Barrett no coto remanescente foi encontrada em 10,7% dos casos. A maioria dos achados radiológicos foi normal, embora três doentes (10,7%) tenham apresentado estase gástrica. CONCLUSÃO: A esofagectomia trans-hiatal mostrou-se eficaz para o tratamento da disfagia no megaesôfago chagásico avançado, embora com morbidade elevada, porém com mortalidade nula. pt
dc.format.extent 230-237
dc.language.iso por
dc.publisher Colégio Brasileiro de Cirurgiões
dc.relation.ispartof Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões
dc.rights Acesso aberto
dc.subject Esophagectomy en
dc.subject Esophageal achalasia en
dc.subject Barrett esophagus en
dc.subject Chagas disease en
dc.subject Deglutition disorders en
dc.subject Outcome assessment en
dc.subject Esofagectomia pt
dc.subject Acalasia esofágica pt
dc.subject Esôfago de Barrett pt
dc.subject Doença de Chagas pt
dc.subject Transtornos de deglutição pt
dc.subject Avaliação de resultados pt
dc.title Esofagectomia trans-hiatal no tratamento do megaesôfago chagásico avançado pt
dc.title.alternative Transhiatal esophagectomy for chagas's disease megaesophagus en
dc.type Artigo
dc.contributor.institution Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.contributor.institution Universidade Federal de Alagoas
dc.contributor.institution UFAL
dc.contributor.institution UFAL Hospital Universitário Prof. Alberto Antunes Serviço de Clínica Cirúrgica
dc.contributor.institution UFAL HUPAA
dc.description.affiliation Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) Escola Paulista de Medicina
dc.description.affiliation Universidade Federal de Alagoas
dc.description.affiliation UFAL
dc.description.affiliation UFAL Hospital Universitário Prof. Alberto Antunes Serviço de Clínica Cirúrgica
dc.description.affiliation UFAL HUPAA
dc.description.affiliation UNIFESP
dc.description.affiliationUnifesp UNIFESP, EPM
dc.description.affiliationUnifesp UNIFESP
dc.identifier.file S0100-69912003000300011.pdf
dc.identifier.scielo S0100-69912003000300011
dc.identifier.doi 10.1590/S0100-69912003000300011
dc.description.source SciELO



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