Avaliação funcional do assoalho pélvico e da mobilidade do colo vesical de primíparas, consoante o tipo de parto

Avaliação funcional do assoalho pélvico e da mobilidade do colo vesical de primíparas, consoante o tipo de parto

Título alternativo Pelvic floor functional evaluation neck mobility in primiparous, according the delivery
Autor Sartori, João Paulo Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Girão, Manoel João Batista Castello Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Muitas das alteracoes urogenitais surgem apos o parto, como as distopias de uretra, da bexiga e do colo vesical, bem como alteracao do assoalho pelvico, que concorrem para o aparecimento de disfuncoes urinarias, dentre as quais sobressai a incontinencia urinaria de esforco. Neste estudo, foram selecionadas 91 primiparas, com periodo de pos-parto variavel de 45 a 60 dias, divididas de acordo com o tipo de parto em tres grupos: I - composto por 32 pacientes que tiveram parto normal; II - formado por 29 que foram submetidas a forcipe; III- constituido por 30 mulheres com cesarea. Nao foram incluidas pacientes com gestacao anterior, para que as possiveis alteracoes previas do assoalho pelvico nao interferissem na presente avaliacao. Tambem aquelas com gestacoes pre-termo, feto abaixo de 25OOg ou acima de 4OOOg, apresentacoes anomalas, gestacao gemelar, puerperio patologico, diabete melito, hipertensao arterial sistemica, molestia hipertensiva especifica da gravidez pura ou associada, endocrinopatias e neuropatias. Apos 45 a 60 dias do parto, durante a consulta pos-parto, as pacientes submeteram-se a anamnese, com enfase para o aparecimento de eventuais queixas urinarias. Nesta ocasiao, realizaram-se exame ginecologico, avaliacao funcional do assoalho pelvico (AFA), teste do cotonete e ultra-sonografia do colo vesical. Quanto a avaliacao funcional do assoalho pelvico, observou-se que as pacientes com cesarea apresentaram melhores indices do que aquelas com a forcipe. O teste do cotonete mostrou que a mobilidade do colo vesical, tanto das pacientes do grupo I como do grupo II, foi maior do que as do grupo III. No que se refere a topografia do colo vesical em relacao a sinfise pubica e sua mobilidade, avaliadas pela ultra-sonografia, observou-se que, em repouso, todos os grupos tinham o colo em posicao suprapubica, nao havendo diferencas entre eles. Ja durante o esforco solicitado, no grupo I o colo vesical ficou em posicao infrapubica com maior frequencia. A mobilidade do colo vesical foi maior no grupo de parto normal em relacao aos demais. Notou-se, tambem, que o grupo de cesarea apresentou a menor mobilidade. Os resultados obtidos nos levam a concluir que apesar do parto vaginal poder ocasionar deslocamento da juncao uretrovesical durante os esforcos, e por consequencia, maior mobilidade do colo vesical, cabe ao medico assistente minimizar as lesoes do assoalho pelvico evitando, assim o aparecimento de um fator predisponente para futura...(au)
Palavra-chave Diafragma da pelve
Parto/classificação
Ultrassonografia
Idioma Português
Data de publicação 2000
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2000. 79 p. tabgraf.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 79 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/17049

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