Hipertensao arterial em adultos hospitalizados: fatores de risco, percepcao da doenca e qualidade de vida

Hipertensao arterial em adultos hospitalizados: fatores de risco, percepcao da doenca e qualidade de vida

Título alternativo Arterial hypertension in hospitalized adults: risk factors, perception of the disease and quality of life
Autor Reis, Maria Gorette dos Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Por ser a Hipertensao Arterial uma doenca cronica, multifatorial, de curso assintomatico e prolongado, com elevada incidencia e prevalencia, foi realizado o presente estudo, com os seguintes objetivos: estudar os fatores de risco e a interferencia da doenca cronica sobre a qualidade de vida de pacientes hipertensos, adultos e hospitalizados, utilizando-se um instrumento generico de avaliacao; e confrontar os dados relacionados a fatores de risco e a qualidade de vida, com a percepcao de gravidade da doenca, manifestada pelos pacientes estudados. Metodo: Trata-se de um estudo transversal, no qual estudou-se 83 pacientes, 38 homens e 45 mulheres, hipertensos, adultos, internados na Clinica Medica do Nucleo de Hospital Universitario da UFMS. Os dados foram coletados por meio de entrevista, utilizando-se formulario com questoes estruturadas e semi-estruturadas. Para o estudo de Qualidade de Vida, utilizou-se um instrumento generico de avaliacao de Saúde, traduzido e validado no Brasil, o SF-360 (The Medical Outcomes Study 36-item Short-Form Health Survey). Principais Resultados: Os pacientes, incluindo masculinos (45,8 por cento) e femininos (54,2 por cento), em sua maioria encontravam-se na faixa etaria entre 50 a 69 anos (57,8 por cento). Pacientes que acreditavam na gravidade da doenca possuiam dependentes, revelando que o elo afetivo com filhos modifica a percepcao da doenca. O grau de escolaridade era baixo, a maioria possuia ate o I Grau incompleto (92,8 por cento). A renda familiar era de no maximo 02 salarios minimos para 57,3 por cento, Quanto aos fatores de risco, predominou grau O de obesidade (41,0 por cento), porem, 32,5 por cento com grau I, considerado como sobrepeso (IMC maior que 25Kg/@). Elevado percentual nao praticava exercicios fisicos regularmente (79,5 por cento), caracterizando o sedentarismo. Ficou evidenciado a presenca de estresse nos pacientes estudados (64,6 por cento), sendo que nervosismo (61,4O/o) e preocupacao com filhos e netos, (26,5 por cento) , foram os estressores mais frequentes. Na alimentacao, observou-se baixo teor de sal (61,4 por cento); e maior consumo de oleo de soja (96,4 por cento), sendo que destes, a maioria percebia a Hipertensao como doenca grave Quando avaliada a inGestão de alimentos ricos em colesterol na dieta rotineira, o consumo de salsicha teve o maior percentual (59, por cento). No cafe da manha houve significancia para o consumo de adocante, cha e frutas (p<O,O5)...(au)
Palavra-chave Hipertensão
Fatores de Risco
Percepção
Doença
Qualidade de Vida
Idioma Português
Data de publicação 2000
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2000. 163 p. graftab.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 163 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/16822

Exibir registro completo




Arquivo

Arquivo Tamanho Formato Visualização

Não existem arquivos associados a este item.

Este item está nas seguintes coleções

Buscar


Navegar

Minha conta