Transplante cardiaco e infeccao

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dc.contributor.author Couto, Wilson Jose [UNIFESP]
dc.date.accessioned 2015-12-06T23:00:54Z
dc.date.available 2015-12-06T23:00:54Z
dc.date.issued 2000
dc.identifier.citation São Paulo: [s.n.], 2000. 137 p. ilus.
dc.identifier.uri http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/16737
dc.description.abstract O presente estudo teve por objetivo avaliar a incidencia de infeccao, os agentes etiologicos, topografia, apresentacao clinica e a morbi-mortalidade operatoria causada pelos processos infecciosos nos pacientes submetidos a transplante cardiaco na Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina. No periodo de novembro de 1986 a junho de 1998, 97 pacientes transplantados pela equipe de Cirurgia Cardiovascular da UNIFESP, sobreviveram periodo superior a uma semana apos o transplante e foram analisados retrospectivamente, quanto aos processos infecciosos diagnosticados. A idade dos pacientes variou de 3 a 63 anos (mediana de 47 anos) sendo que a maioria apresentava miocardiopatia dilatada (46), seguida da chagasica (24) e isquemica (23). O tempo de seguimento variou de O,33 a 119 meses (mediana de 33 meses). Dos 97 pacientes estudados, 16 (l6,4 por cento) apresentaram obito devido a infeccao, que foi a principal causa de morte nos pacientes transplantados. As causas de obito infeccioso foram: sepse bacteriana em seis pacientes, pneumonia em outro seis, infeccao intra-abdominal em dois, toxoplasmose disseminada em um e infeccao sistemica pelo citomegalovirus em outro paciente. A probabilidade de sobrevida dos pacientes com infeccao diagnosticada foi de 75,8 por cento aos seis, 12 e 21 meses. Ocorreram 142 episodios infecciosos diagnosticados distribuidos da seguinte forma: bacterianos 76 (53,5 por cento); virais 34 (23,9 por cento); fungicos 20 (l4,1 por cento) e protozoarios 12 (8,5 por cento). A probabilidade livre de infeccao no decorrer do tempo para os transplantados foi de 50;9 por cento com um mes, 34,2 por cento com seis e 33 por cento com 24 meses. Ocorreram oito episodios de reativacao da doenca de Chagas, com um tempo mediano de 1,9 meses apos o transplante. A forma principal de reativacao da doenca foi atraves do aparecimento de nodulos subcutaneos em membros inferiores. Todos os casos de reativacao foram tratados com allopurinol e evoluiram bem. Os dados coletados possibilitaram a conclusao de que a infeccao foi a principal causa de obito nos transplantados cardiacos. As infeccoes bacterianas predominaram e causaram a maior mortalidade principalmente atraves da manifestacao de sepse ou pneumonia. Nas infeccoes virais, houve um predominio etiologico da familia Herpesviridae e tanto as infeccoes virais quanto as fungicas, (causadas por Candida albicans) nao causaram situacoes clinicas de gravidade em sua...(au) pt
dc.format.extent 137 p.
dc.language.iso por
dc.publisher Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rights Acesso restrito
dc.subject Transplante de Coração pt
dc.subject Infecção pt
dc.subject Doença de Chagas pt
dc.title Transplante cardiaco e infeccao pt
dc.title.alternative Infectious complications in heart transplant patients en
dc.type Tese de doutorado
dc.identifier.file epm-016477.pdf
dc.description.source BV UNIFESP: Teses e dissertações
unifesp.campus Universidade Federal de São Paulo, Escola Paulista de Medicina pt



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