Perfil bioquímico, hormonal e histomorfométrico de pacientes renais crônicos com osteopenia em tratamento conservador

Perfil bioquímico, hormonal e histomorfométrico de pacientes renais crônicos com osteopenia em tratamento conservador

Título alternativo Biochemical, hormonal; and hystomorphometric perfil in patients renal failure with osteopenia in conservative treatment
Autor Lobão, Rosélia Ribeiro dos Santos Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Draibe, Sergio Antonio Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo O estudo foi realizado no ambulatório de uremia da Disciplina de Nefrologia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). O objetivo desse estudo foi avaliar o perfil bioquímica, hormonal e histomorfométrico de pacientes mantidos com osteopenia à densitometria óssea em tratamento conservador. Foram estudados seqüencialmente os primeiros 103 pacientes que realizaram consultas no ambulatório de uremia e que completaram o estudo. Dos 103 pacientes submetidos à realização da DO, 50 eram osteopênicos (48,5 por cento) e 53 não-osteopênicos (51,5 por cento). Do ponto de vista clínico, 24 pacientes osteopênicos (48 por cento) apresentaram dores ósseas em coluna e/ou membros inferiores, 11 (22 por cento) tinham fraqueza muscular proximal, l paciente (2 por cento) apresentou fratura patológica do l1º arco costal direito e nenhum deles apresentou deformidades esqueléticas. Já os pacientes não-osteopênicos eram totalmente assintomáticos. O uso de furosemida não foi estatisticamente diferente entre os pacientes osteopênicos e não-osteopênicos. Constatamos que 13120 pacientes osteopênicas (65 por cento) e 13126 não-osteopênicas (50 por cento) estavam em menopausa há pelo menos l ano da data do exame, porém essa diferença não foi estatisticamente significante. No presente estudo, analisaram-se alterações no Z-score em coluna lombar e/ou no colo do fêmur, ou seja, alterações respectivas tanto de osso trabecular como de osso cortical. Observou-se, em 36 pacientes (72 por cento), osteopenia em osso trabecular e, em 40 (80 por cento), em osso cortical. Vinte r seis pacientes (52 por cento) tinham osteopenia em ambos os locais. A análise comparativa dos grupos osteopênicos e não-osteopênicos não mostrou diferenças significativas entre eles quanto à idade, sexo, cor, etiologia da doença renal, do tempo de IRC e do PCR. Por outro lado, o IMC dos pacientes osteopênicos foi significantemente menor (p=O,O4), situando-se contudo dentro da faixa de normalidade. Além disso, os resultados dos parâmetros bioquímicas gerais e também daqueles relacionados ao metabolismo ósseo mostraram que os pacientes osteopênicos e não-osteopênicos não foram diferentes do ponto de vista estatístico. Dentre as correlações significantes no grupo dos 103 pacientes em tratamento conservador, estão as correlações positivas entre os valores do Z-score no colo do fêmur com o bicarbonato sérico e o Clc. e, negativa, com a creatinina sérica ...(au).
Palavra-chave Osteodistrofia renal
Doenças ósseas metabólicas
Idioma Português
Data de publicação 1999
Publicado em São Paulo: [s.n.], 1999. 128 p. ilustab.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 128 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/16414

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